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Wealth Management 2026: o jogo virou de “carteira” para “arquitetura patrimonial”

Dois profissionais de terno conversam em uma sala com vista para a cidade; um gesticula segurando um copo de café e o outro segura um tablet.

2026 começa com um recado claro para quem atende alta renda: não é mais sobre escolher bons ativos. É sobre construir uma arquitetura patrimonial capaz de sobreviver (e ganhar) num cenário de incerteza, novas regras tributárias e clientes mais sofisticados.


A Forbes Brasil consultou grandes family offices e colocou o diagnóstico na mesa: risco, exterior, tecnologia, serviços acessórios e consolidação dominam a agenda.

A minha leitura é simples e, ao mesmo tempo, incômoda:


O wealth management está deixando de ser uma indústria de investimento e virando uma indústria de estrutura.


A seguir, a tese em 5 movimentos e o que isso significa, na prática, para assessorias, consultorias e operações que querem crescer com consistência.


1) “Mais serviços” não é “mais produtos”. É capturar o portfólio inteiro do cliente.


O artigo descreve a mudança central: casas de patrimônio passam a oferecer uma carteira de soluções, não só retorno financeiro, com o objetivo explícito de ter “100% do portfólio do cliente”.


E o motivo é estrutural: cliente sofisticado não quer apenas performance; quer estrutura fiscal, sucessória e gestão integrada, incluindo imóveis e arranjos patrimoniais.


O que está acontecendo aqui? O wealth está migrando do “modelo gestor” para o “modelo hub”.


Implicação prática para 2026 Se você é uma casa de investimentos e ainda se posiciona como “investimento + atendimento”, você vai sentir pressão em duas frentes:


  • margem, porque produto vira commodity;


  • retenção, porque o cliente começa a centralizar decisões em quem resolve o todo.


Sinal do mercado: o aconselhamento tributário ganhou escala e exige parcerias e visão completa da carteira para eficiência fiscal.


2) Tributação e eficiência fiscal viraram o novo “alfa”


A matéria é direta: mudanças tributárias no Brasil aumentaram a relevância do aconselhamento tributário.


E tem uma frase que resume o jogo:


“Não adianta ver uma fatia da riqueza…” — porque o imposto incide conforme o volume alocado, e decisões isoladas ficam ineficientes.


Minha tradução disso para o dia a dia:


  • o “retorno líquido” é o KPI real nesse contexto;


  • estratégia sem estrutura vira ruído;


  • quem não integra tributação + sucessão + governança perde dinheiro sem perceber.


Implicação prática para 2026 A operação vencedora vai ter:


  • um modelo de diagnóstico patrimonial recorrente (não “projeto”);


  • trilhas de estrutura (holdings, sucessão, governança familiar, offshores quando aplicável);


  • rotina de revisão (porque regra muda, família muda, patrimônio muda).


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3) Transparência total deixa de ser “boa prática”. Vira posicionamento de marca.


A Forbes aponta que a CVM avançou na regulação sobre transparência de taxas para consultores de investimentos, reforçando a demanda por clareza depois de eventos de mercado (falências/fraudes) que impactaram patrimônios.


E aqui tem um caso emblemático: o family office do Santander reestruturando marca para tangibilizar independência e reforçar o valor de não receber taxas fora do fee fixo.

O que está acontecendo aqui? Transparência não é só compliance. É marketing. É confiança. É LTV.


Implicação prática para 2026 Operações que quiserem escalar vão precisar:


  • de narrativa pública sobre “como ganhamos dinheiro”;


  • de políticas claras de conflito de interesse;


  • de comunicação que eduque o cliente (sem juridiquês).


Porque a confiança é o “ativo invisível” que sustenta o fee recorrente e o relacionamento de longo prazo.


4) Exterior não é diversificação. É necessidade operacional


A matéria afirma: o déficit fiscal, famílias mais globais e o cenário pressionam a oferta de investimentos no exterior, e favorecem grupos com estrutura global.


Ela também traz um dado forte: a bolsa brasileira, ajustada pela inflação, ainda está abaixo do pico de 2008 e empresas brasileiras estão optando por abrir capital lá fora.

E vem a frase que define 2026:


“Hoje, é sobrevivência: você precisa aplicar lá fora…”


Implicação prática para 2026 Quem atende alta renda precisa operar exterior como “core”:


  • processo (onboarding, suitability, documentação, compliance);


  • governança (regras, registros, trilha de auditoria);


  • atendimento familiar (herdeiros fora, residência fiscal, estruturas regionais).


Se não tiver, vai depender de terceiros, e quem controla a estrutura controla a relação.


5) Tecnologia e IA: o “motor de escala” (mas governança vira obrigatório)


O artigo aponta que family offices seguirão investindo em IA para acelerar leitura de análises, relatórios e organização de informação.


Mas tem uma ressalva que muita gente ignora: dados sensíveis. Casas menores ganham poder com IA, mas enfrentam o desafio de estruturar ferramentas sem expor dados do cliente.


Minha leitura 2026 separa “quem usa IA” de “quem usa IA com governança”.


Implicação prática para 2026


  • políticas internas de uso (o que pode / o que não pode);


  • fornecedores e ambiente seguro;


  • trilha de evidências para auditoria e incidentes;


  • treinamento do time.


IA não substitui o humano, mas muda o custo unitário da entrega, e isso é vantagem competitiva.


6) Consolidação: M&A deixa de ser evento. Vira estratégia de sobrevivência.


O texto reforça que a consolidação (já vista em gestoras) se torna realidade no wealth; grupos nacionais e estrangeiros passam a ver aquisições como essenciais para sobreviver.


E aponta os vetores: competição com grupos globais, tecnologia aumentando produtividade, e juros altos estrangulando financeiramente casas menores, criando oportunidade para aquisições.


Implicação prática para 2026


  • quem é pequeno precisa escolher: especializar muito ou plugar em plataforma;


  • quem é médio precisa ganhar escala (orgânica ou via M&A);


  • quem é grande vai comprar capacidade (tecnologia, times e carteira).


O mercado vai premiar quem tiver processos, governança, compliance e números organizado, porque isso reduz risco de integração.


O que fazer agora: um checklist de maturidade para 2026


Se eu tivesse que transformar essa tese em ação, eu começaria com 7 perguntas:


  1. Você consegue mapear 100% do patrimônio do cliente (incluindo imóveis, empresas, exterior, holdings)?


  2. Sua casa tem uma trilha clara de eficiência fiscal e sucessória (ou só “indicações pontuais”)?

  3. Seu modelo de remuneração é simples de explicar em 30 segundos?

  4. Exterior é um “produto” ou um processo dentro da operação?

  5. IA está ajudando a escalar — com governança, dados e LGPD?

  6. Seu negócio está pronto para ser comprador ou alvo? (DRE, processos, contratos, compliance)

  7. Seu posicionamento é “investimentos” ou “arquitetura patrimonial”?


Conclusão


O movimento que a Forbes descreve não é modismo. É mudança de fase.

2026 é o ano em que wealth management passa a ser definido por:


  • estrutura (fiscal/sucessória)


  • confiança (transparência)


  • global (exterior)


  • escala (tecnologia e consolidação)


Quem entender isso cedo vai capturar as melhores oportunidades do ciclo.


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