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- Mercado de capitais fecha 2025 com R$ 50,75 trilhões e alta de 3.4% no número de participantes. Consultoria é destaque com crescimento de 27,3%
O Boletim Econômico da CVM (4º tri/2025) traz um retrato importante: o mercado regulado terminou 2025 maior em volume, mais diverso em instrumentos e com crescimento expressivo de participantes , especialmente no conjunto de consultores de valores mobiliários . ( Serviços e Informações do Brasil ) Os números que resumem 2025 Em um ano de consolidação e expansão estrutural, os destaques do Boletim foram: ( Serviços e Informações do Brasil ) 92.818 participantes regulados , alta de 3,4% vs. fim de 2024. Consultores de valores mobiliários : +27,3% , chegando a 2.635 registrados . Captações : R$ 980,9 bilhões emitidos em valores mobiliários em 2025 — 2ª maior marca da série em volume, ainda que 2,3% abaixo de 2024 . = Indústria de fundos : R$ 11,13 trilhões em ativos, com alta de 15,3% . = Destaques em instrumentos : emissões de FIIs (R$ 115,5 bi) e Certificados de Recebíveis (R$ 48,6 bi) aceleraram. = Crowdfunding : 861 ofertas e R$ 3,9 bilhões captados (salto relevante vs. 2024). Tamanho do mercado : estimativa de R$ 50,75 trilhões no total (e R$ 18 trilhões excluindo o nocional de derivativos). Por que o crescimento dos consultores é mais do que “um dado” Em ciclos de expansão, é comum olhar primeiro para volume: captação, número de ofertas, crescimento de fundos. Mas o que o Boletim sinaliza em 2025 é também uma mudança de “infraestrutura humana” do mercado: mais consultores registrados significa mais agentes atuando para transformar variedade de instrumentos em decisão bem estruturada . ( Broadcast ) O próprio Boletim destaca que esse avanço no registro de consultores impacta diretamente a cadeia de distribuição; nas palavras de Bruno Luna, o material mostra um mercado em “expansão estrutural”. Risco e volatilidade: o contraponto do crescimento O Boletim também chama atenção para o mapa de riscos e, especialmente, para o apetite ao risco , que encerrou 2025 em 3,8 numa escala de 1 a 5 . Isso não é detalhe: em ambientes assim, a decisão tende a ficar mais sensível à volatilidade e ao “clima” de mercado, e a disciplina de processo passa a valer ainda mais. ( Broadcast ) O que observar em 2026 Se 2025 confirmou expansão e diversificação, 2026 deve ser o ano em que o mercado separa com mais clareza: quem está crescendo com processo e consistência , e quem está apenas “surfando” o volume. Para escritórios que querem se posicionar no topo da cadeia, a leitura é direta: crescimento de mercado abre oportunidade , mas maturidade exige método — e o aumento do número de consultores é um dos sinais mais fortes dessa transição. ( Broadcast ) Como a Veritas se conecta a esse cenário Para capturar essa onda com segurança, o diferencial deixa de ser “estar no mercado” e passa a ser como o escritório opera : governança, trilhas de evidência, padronização de recomendação, rotinas e treinamento de time, exatamente os pilares que sustentam uma consultoria escalável em um mercado mais competitivo e mais volátil. Entre em contato com um de nossos consultores e saiba mais. #cvm #consultoriadeinvestimentos #mercadodecapitais #wealthmanagement #fundos #fii #credito #crowdfunding #governanca #gestaoderisco
- XP investe em expansão física e projeta cobrir todo o país
O mercado financeiro vive um ciclo de digitalização acelerada, mas isso não significa que o jogo ficou 100% online. Um movimento recente da XP reforça exatamente o contrário: a companhia está ampliando sua presença física, já atua em 17 cidades e projeta chegar a 100 ambientes físicos em até cinco anos , com a ambição declarada de cobrir todas as regiões do Brasil . O que está por trás da estratégia Segundo a própria XP e de acordo com a Infomoney, o objetivo não é “virar agência” para empurrar produto. A leitura é outra: aproximar relacionamento , fortalecer a marca fora dos grandes centros e criar um ponto de contato local para conteúdo e educação financeira , algo que tende a ganhar tração justamente onde o investidor ainda está em fase de maturação. Na prática, a companhia organiza essa presença em dois formatos complementares: Espaço XP : vitrine institucional e conexão regional (a XP cita 11 unidades ). Hubs/ambientes de trabalho : infraestrutura para assessores de investimentos , com suporte operacional ao crescimento do canal. E o uso desses espaços mostra intenção de escala: em 2025 , eles receberam cerca de 600 eventos , com mais de 8 mil investidores , além de impactarem ~5 mil profissionais parceiros . Onde isso fica ainda mais claro: regionalização e “capilaridade” Segundo a Infomoney, a lista de inaugurações traz um mapa bem direto do plano: Manaus, Brasília, Fortaleza, Recife, Campinas, Curitiba, São Paulo (Faria Lima), Goiânia, Cuiabá, Belo Horizonte e João Pessoa, entre outras praças, combinando capitais e polos regionais relevantes. Um caso emblemático citado é Brasília , que concentra simultaneamente um Espaço XP e um hub de trabalho (o maior já lançado). Entre dez/2024 e dez/2025 , a operação local registrou aumento de 80% na base de clientes ativos , reforçando a tese de que presença institucional e acompanhamento mais próximo podem acelerar ganho de participação em praças estratégicas. A leitura da Veritas: o interior como próxima fronteira de crescimento Nos nossos reports do mercado financeiro , já vínhamos identificando uma concentração forte nos grandes centros , sobretudo no eixo Sul–Sudeste , onde estão a maior parte das estruturas e volume de ativos. Por isso, a estratégia de “cobertura nacional” tende a ser mais do que marketing: ela pode destravar uma nova avenida de crescimento. E aqui entra um ponto importante: essa expansão não precisa vir apenas via estruturas próprias. O movimento natural é que aumentem também os incentivos para fortalecimento da rede , com escritórios e assessorias parceiras ampliando presença no interior do país , elevando capilaridade e cobertura onde a demanda por orientação ainda é subatendida. 2025 e o efeito colateral: mais M&A e consolidação regional Durante 2025, também observamos um aumento de movimentos de consolidação envolvendo escritórios com presença fora dos grandes centros, inclusive com estruturas recebendo investimento/participação e ganhando tração dentro do ecossistema. Isso tende a aquecer as “janelas de M&A” : mais players regionais relevantes, mais interesse estratégico e um mercado mais ativo para compra, venda e parcerias. Como a Veritas ajuda A Veritas atua exatamente no “backbone” que sustenta esse tipo de crescimento: estruturação jurídica e societária , governança , compliance , padronização de processos e preparação para rodadas estratégicas e M&A , para que o escritório consiga crescer com consistência, sem improviso e com o nível de maturidade que o mercado passa a exigir. #mercadofinanceiro #xp #assessoriadeinvestimentos #consultoriadeinvestimentos #wealthmanagement #privatebanking #altarenda #planejamentopatrimonial #gestaodepatrimonio #expansao #interior #capilaridade #crescimento #negocios #estrategia #mna #fusoeseaquisicoes #consolidacao #governanca #compliance #cvm #anbima #escritoriosdeinvestimentos #parcerias #ecossistema #veritas
- XP implementará taxa de plataforma para assessorias de investimentos com modelo de fee fixo, diz Valor Econômico
A XP Inc. recentemente anunciou que começará a cobrar uma nova taxa de plataforma de assessorias de investimentos que adotarem o modelo de fee fixo — aquele em que o cliente paga uma remuneração fixa diretamente ao assessor, sem depender das comissões por produtos de investimento. Essa nova política, que será implementada gradualmente, busca ajustar os custos operacionais da plataforma e alinhar sua remuneração com a complexidade dos serviços prestados, principalmente no cenário de crescimento do modelo de fee fixo no mercado brasileiro. A cobrança será escalonada, variando conforme o volume de patrimônio sob gestão. Para os assessores com volumes de até R$ 1 milhão, a taxa será de 20 pontos-básicos, caindo para 15 pontos entre R$ 1 milhão e R$ 3 milhões, e para 10 pontos nos volumes superiores a R$ 3 milhões. A medida foi comunicada com a promessa de que os contratos vigentes no modelo de fee fixo não seriam afetados de imediato, com a preservação das condições até 31 de janeiro de 2027. A partir de fevereiro de 2027, as assessorias que não alcançarem um índice mínimo de qualidade, medido pela XP, passarão a ser cobradas pela plataforma. Este índice considera uma série de fatores, como aumento de ativos sob gestão, satisfação dos clientes e crescimento da captação. Reações e Implicações para o Mercado A medida, que entrará em vigor para novos clientes em 1º de fevereiro de 2026, gerou certo desconforto entre os gestores dos escritórios que adotam o fee fixo, principalmente por se dar em um momento de desafios econômicos e de reputação para a XP. O receio das assessorias da rede, segundo a Valor, é que a cobrança adicional sobre o fee fixo acabe repassada ao cliente final, dificultando a migração de mais investidores para o modelo de remuneração fixa, que vinha sendo incentivado pela própria XP. Ainda de acordo com a Valor Econômico, em meio a essa transição, o modelo de consultoria CVM tem sido apontado como uma alternativa viável para aqueles que preferem evitar essa nova taxa de plataforma, uma vez que esse modelo não inclui esse custo adicional. Os escritórios que visam adotar o fee fixo como principal fonte de receita podem precisar buscar novas soluções que compensem os custos extras dessa cobrança, especialmente em tempos de mercado turbulento. A Estratégia da XP e a Inspiração Internacional O movimento da XP segue uma tendência vista em mercados internacionais, onde grandes plataformas de investimento também adotam taxas de infraestrutura para cobrar pelo uso de suas plataformas. No Brasil, a mudança reflete uma tentativa de alinhar o modelo de remuneração fixa à necessidade de melhorar a sustentabilidade financeira da plataforma, especialmente considerando os custos de transação e manutenção dos serviços. Em uma estratégia semelhante, o BTG Pactual, principal concorrente da XP, implementou uma cobrança fixa de 30% sobre o fee, independentemente do volume de ativos, com um impacto de 0,35% a 1% sobre o custo total para o cliente. A XP, que antes não cobrava essa taxa, agora ajusta sua política, inspirada pela ideia de uma cobrança mais justa com base na segmentação dos clientes por faixa de patrimônio. Oportunidades e Como a Veritas Pode Apoiar sua Estratégia Este novo cenário coloca os escritórios de assessoria diante de um desafio: como adaptar-se a essas novas condições sem sacrificar a qualidade do serviço ou a relação com o cliente? Para aqueles que buscam continuar competitivos no mercado, a Veritas oferece uma gama de soluções que podem ajudar na transição para o modelo de fee fixo. As assessorias que desejam manter sua competitividade e adaptabilidade neste novo contexto podem contar com o apoio da Veritas para se destacar no cenário de mudanças do setor financeiro. Agendar Reunião #XP #taxadeplataforma #fee_fixo #consultoriadeinvestimentos #Veritas #consultoriaestratégica #governança #consultoriafinanceira #VSuit
- Nord Wealth alcança R$ 10 bilhões: Crescimento das consultorias deve ser o segredo para dobrar de tamanho, diz Renato Breia
O mercado de consultoria de investimentos no Brasil está vivendo um momento de expansão, e a Nord Wealth, com uma estratégia focada no modelo de consultoria, se destaca como um dos grandes exemplos dessa transformação. A casa, que acaba de alcançar R$ 10 bilhões sob consultoria, tem como objetivo dobrar de tamanho nos próximos anos, alcançando R$ 16 bilhões até 2026 e R$ 22 bilhões até 2027. O grande segredo por trás desse crescimento está na sua aposta no canal B2B, que tem sido um dos principais motores de sua expansão. A Nord Wealth tem apostado em uma estrutura sólida de parcerias com outras consultorias, ampliando o acesso a uma rede mais ampla de clientes e regiões, sem se limitar à sua sede em São Paulo. Renato Breia, sócio-fundador da Nord Wealth, aponta que o crescimento no setor de consultoria está diretamente ligado ao amadurecimento do investidor brasileiro. Profissionais começaram a perceber que, além de investir, é preciso ter uma estrutura financeira e patrimonial mais sólida, algo que a consultoria oferece. "O investidor já paga, ele só não sabia quanto", comenta Breia, ao falar sobre a adesão ao modelo consultivo no Brasil. Vantagens de ter um canal B2B de consultoria Ter um canal B2B de consultoria traz uma série de vantagens para as empresas. Primeiramente, permite a expansão geográfica, de clientes e estrutura física, sem a necessidade de abrir filiais em diferentes estados, algo que é particularmente relevante no Brasil, dada a complexidade logística e regulatória. Além disso, permite a empresas menores ou independentes usufruírem da expertise de grandes players no setor, sem precisar de uma estrutura robusta própria. Os escritórios com potencial para implementar um canal B2B são, em sua maioria, aqueles que já possuem um portfólio consolidado de clientes, infraestrutura organizacional e corporativa madura, ecossitema de soluções financeiras (Seguros, Crédito e Câmbio para além do viés Consultoria de Investimentos) e que estão em busca de ampliar sua oferta de serviços sem comprometer sua identidade e autonomia. Esses escritórios sabem que a confiança no consultor e a relação humana com o cliente continuam sendo um fator crucial para o sucesso, mesmo quando se utiliza da tecnologia para otimizar processos e melhorar a experiência do cliente. Conclusão O modelo de consultoria de investimentos no Brasil está em plena ascensão, com empresas como a Nord Wealth liderando esse movimento. A expansão por meio de parcerias B2B tem mostrado ser uma estratégia eficaz para capturar novos clientes e expandir a presença no mercado, e empresas como a Veritas estão bem posicionadas para atuar como especialistas, ajudando outras consultorias a maximizar seu potencial de crescimento. A tendência está clara: no futuro próximo, consultorias bem estruturadas e com canais B2B consolidados serão os grandes protagonistas do mercado de investimentos no Brasil. Com a experiência da Veritas no setor, somos o seu parceiro ideal para aqueles que desejam seguir a tendência do modelo consultivo e aproveitar as oportunidades que surgem no canal B2B, ajudando as consultorias a expandir seu alcance e a otimizar suas operações. #ConsultoriaDeInvestimentos #CrescimentoConsultoria #WealthManagement #B2B #InvestimentosBrasil #ConsultoriaFinanceira #AltaRenda #PlanejamentoFinanceiro #Governança #MercadoFinanceiro #EstratégiaDeCrescimento #ConsultoriaB2B #TransformaçãoFinanceira #NordWealth #VeritasConsultoria #MercadoDeInvestimentos
- Wealth Management 2026: o jogo virou de “carteira” para “arquitetura patrimonial”
2026 começa com um recado claro para quem atende alta renda: não é mais sobre escolher bons ativos . É sobre construir uma arquitetura patrimonial capaz de sobreviver (e ganhar) num cenário de incerteza, novas regras tributárias e clientes mais sofisticados. A Forbes Brasil consultou grandes family offices e colocou o diagnóstico na mesa: risco, exterior, tecnologia, serviços acessórios e consolidação dominam a agenda. A minha leitura é simples e, ao mesmo tempo, incômoda: O wealth management está deixando de ser uma indústria de investimento e virando uma indústria de estrutura . A seguir, a tese em 5 movimentos e o que isso significa, na prática, para assessorias, consultorias e operações que querem crescer com consistência. 1) “Mais serviços” não é “mais produtos”. É capturar o portfólio inteiro do cliente. O artigo descreve a mudança central: casas de patrimônio passam a oferecer uma carteira de soluções , não só retorno financeiro, com o objetivo explícito de ter “ 100% do portfólio do cliente ”. E o motivo é estrutural: cliente sofisticado não quer apenas performance; quer estrutura fiscal, sucessória e gestão integrada , incluindo imóveis e arranjos patrimoniais. O que está acontecendo aqui? O wealth está migrando do “modelo gestor” para o “modelo hub”. Implicação prática para 2026 Se você é uma casa de investimentos e ainda se posiciona como “investimento + atendimento”, você vai sentir pressão em duas frentes: margem , porque produto vira commodity; retenção , porque o cliente começa a centralizar decisões em quem resolve o todo. Sinal do mercado: o aconselhamento tributário ganhou escala e exige parcerias e visão completa da carteira para eficiência fiscal. 2) Tributação e eficiência fiscal viraram o novo “alfa” A matéria é direta: mudanças tributárias no Brasil aumentaram a relevância do aconselhamento tributário. E tem uma frase que resume o jogo: “Não adianta ver uma fatia da riqueza…” — porque o imposto incide conforme o volume alocado, e decisões isoladas ficam ineficientes. Minha tradução disso para o dia a dia: o “retorno líquido” é o KPI real nesse contexto; estratégia sem estrutura vira ruído; quem não integra tributação + sucessão + governança perde dinheiro sem perceber . Implicação prática para 2026 A operação vencedora vai ter: um modelo de diagnóstico patrimonial recorrente (não “projeto”); trilhas de estrutura (holdings, sucessão, governança familiar, offshores quando aplicável); rotina de revisão (porque regra muda, família muda, patrimônio muda). 3) Transparência total deixa de ser “boa prática”. Vira posicionamento de marca. A Forbes aponta que a CVM avançou na regulação sobre transparência de taxas para consultores de investimentos, reforçando a demanda por clareza depois de eventos de mercado (falências/fraudes) que impactaram patrimônios. E aqui tem um caso emblemático: o family office do Santander reestruturando marca para tangibilizar independência e reforçar o valor de não receber taxas fora do fee fixo . O que está acontecendo aqui? Transparência não é só compliance. É marketing. É confiança. É LTV. Implicação prática para 2026 Operações que quiserem escalar vão precisar: de narrativa pública sobre “como ganhamos dinheiro”; de políticas claras de conflito de interesse; de comunicação que eduque o cliente (sem juridiquês). Porque a confiança é o “ativo invisível” que sustenta o fee recorrente e o relacionamento de longo prazo. 4) Exterior não é diversificação. É necessidade operacional A matéria afirma: o déficit fiscal, famílias mais globais e o cenário pressionam a oferta de investimentos no exterior, e favorecem grupos com estrutura global. Ela também traz um dado forte: a bolsa brasileira, ajustada pela inflação, ainda está abaixo do pico de 2008 e empresas brasileiras estão optando por abrir capital lá fora. E vem a frase que define 2026: “Hoje, é sobrevivência: você precisa aplicar lá fora…” Implicação prática para 2026 Quem atende alta renda precisa operar exterior como “core”: processo (onboarding, suitability, documentação, compliance); governança (regras, registros, trilha de auditoria); atendimento familiar (herdeiros fora, residência fiscal, estruturas regionais). Se não tiver, vai depender de terceiros, e quem controla a estrutura controla a relação . 5) Tecnologia e IA: o “motor de escala” (mas governança vira obrigatório) O artigo aponta que family offices seguirão investindo em IA para acelerar leitura de análises, relatórios e organização de informação. Mas tem uma ressalva que muita gente ignora: dados sensíveis . Casas menores ganham poder com IA, mas enfrentam o desafio de estruturar ferramentas sem expor dados do cliente. Minha leitura 2026 separa “quem usa IA” de “quem usa IA com governança”. Implicação prática para 2026 políticas internas de uso (o que pode / o que não pode); fornecedores e ambiente seguro; trilha de evidências para auditoria e incidentes; treinamento do time. IA não substitui o humano, mas muda o custo unitário da entrega, e isso é vantagem competitiva. 6) Consolidação: M&A deixa de ser evento. Vira estratégia de sobrevivência. O texto reforça que a consolidação (já vista em gestoras) se torna realidade no wealth; grupos nacionais e estrangeiros passam a ver aquisições como essenciais para sobreviver. E aponta os vetores: competição com grupos globais, tecnologia aumentando produtividade, e juros altos estrangulando financeiramente casas menores, criando oportunidade para aquisições. Implicação prática para 2026 quem é pequeno precisa escolher: especializar muito ou plugar em plataforma ; quem é médio precisa ganhar escala (orgânica ou via M&A); quem é grande vai comprar capacidade (tecnologia, times e carteira). O mercado vai premiar quem tiver processos, governança, compliance e números organizado, porque isso reduz risco de integração. O que fazer agora: um checklist de maturidade para 2026 Se eu tivesse que transformar essa tese em ação, eu começaria com 7 perguntas: Você consegue mapear 100% do patrimônio do cliente (incluindo imóveis, empresas, exterior, holdings)? Sua casa tem uma trilha clara de eficiência fiscal e sucessória (ou só “indicações pontuais”)? Seu modelo de remuneração é simples de explicar em 30 segundos ? Exterior é um “produto” ou um processo dentro da operação? IA está ajudando a escalar — com governança, dados e LGPD ? Seu negócio está pronto para ser comprador ou alvo? (DRE, processos, contratos, compliance) Seu posicionamento é “investimentos” ou “arquitetura patrimonial”? Conclusão O movimento que a Forbes descreve não é modismo. É mudança de fase . 2026 é o ano em que wealth management passa a ser definido por: estrutura (fiscal/sucessória) confiança (transparência) global (exterior) escala (tecnologia e consolidação) Quem entender isso cedo vai capturar as melhores oportunidades do ciclo. #mercadofinanceiro #bancocentral #bancocentraldobrasil #regulacao #compliance #governanca #gestaoderiscos #riscodecontraparte #riscodesistema #instituicoesfinanceiras #fintech #bancos #liquidacaoextrajudicial #raet #supervisao #controlesinternos #auditoria #pbcft #pldft #kyc #segurancajuridica #gestaoempresarial #planejamentoestrategico #mfo #wealthmanagement #consultoriadeinvestimentos #assessoriadeinvestimentos #mercadodecapitais #veritas
- Familly Offices apostam em empreendimentos no mercado imobiliário para diversificar carteiras de clientes e aumentar rentabilidade
Family offices vêm ampliando o interesse por investimentos diretos , especialmente em projetos imobiliários , como forma de diversificar alocação, buscar retornos mais atraentes e ter mais controle sobre a tese do ativo, segundo o NeoFeed . Investimento direto: mais controle, mais seletividade Em vez de acessar o mercado apenas por fundos tradicionais, parte dessas estruturas tem preferido entrar no empreendimento , muitas vezes por meio de participação em projetos específicos. O NeoFeed cita casos de participação relevante em residencial de alto padrão com metas de retorno agressivas e estrutura de club deal envolvendo várias famílias. Essa dinâmica costuma acontecer por co-investimentos (club deals): um gestor origina a oportunidade, estrutura o veículo e conecta famílias e/ou outros gestores para compor o capital do projeto, formato que vem ganhando força por aqui e fora, de acordo com o NeoFeed . Por que o imobiliário aparece tanto nessas estruturas O NeoFeed aponta o real estate como um dos segmentos mais presentes nesses movimentos, com exemplos que incluem desde projetos residenciais até iniciativas com perfil institucional, como hotelaria e requalificação urbana. Em geral, a tese combina: (i) acesso a oportunidades mais “cirúrgicas”, (ii) retorno-alvo elevado e (iii) construção de posição com tíquetes compatíveis com famílias de maior patrimônio. A lógica de buscar o investimento direto costuma vir acompanhada de redução de camadas e custos e maior clareza sobre o ativo, mas com um ponto de atenção central: concentração . Diferente de fundos com vários ativos, aqui o risco pode ficar “preso” em um único projeto. O NeoFeed destaca esse trade-off de forma objetiva. O contexto macro: mais espaço para alternativos O NeoFeed também conecta esse movimento ao ciclo de mercado: em cenários de juros elevados e liquidez mais seletiva, cresce a busca por ativos reais e alternativos . E a expectativa descrita é de que 2026 possa trazer ainda mais oportunidades à medida que o ambiente de juros evolui. Além do investimento direto: o planejamento imobiliário virou entrega estratégica Paralelamente, os consultores de investimentos têm ampliado uma entrega que cresceu muito: planejamento imobiliário integrado ao planejamento financeiro para clientes que construíram também no ramo imobiliário. Na prática, o objetivo é olhar o patrimônio em 360º e tornar o “imóvel” uma decisão técnica, com: medição de rentabilidade real (incluindo custos), avaliação de eficiência (vacância, manutenção, impostos, estrutura de posse), e integração com objetivos de portfólio, liquidez e sucessão. Por isso a Veritas criou o VSuit Para dar escala a essa demanda, a Veritas criou o VSuit : uma plataforma de planejamento financeiro e imobiliário , combinada com tecnologia para aumentar a eficiência do consultor e elevar a experiência do cliente com visão consolidada, organização e acompanhamento contínuo. Se o seu escritório quer transformar planejamento imobiliário em uma entrega recorrente, estruturada e escalável, vamos marcar uma reunião . A Veritas atua como especialista para apoiar desde o desenho da jornada até a implementação prática com tecnologia. #familyoffice #multifamilyoffice #wealthmanagement #gestaopatrimonial #planejamentopatrimonial #planejamentofinanceiro #planejamentoimobiliario #investimentosimobiliarios #realestatebrasil #clubdeal #coinvestimento #ativosreais #diversificacao #gestaodecarteiras #portfolio #rentabilidade #mercadodecapitais #consultoriadeinvestimentos #consultorcvm #gestoradeinvestimentos #privatebanking #alternativos #estruturapatrimonial #governanca #dueDiligence #veritas #vsuit #tecnologiafinanceira
- Após Master, BC decreta liquidação extrajudicial da Will Bank
A semana começa com mais um desdobramento relevante no caso envolvendo o conglomerado Master . O Banco Central (BC) decretou a liquidação extrajudicial da Will Financeira S.A. Crédito, Financiamento e Investimentos (Will Bank) , com decisão publicada em 21/01/2026 . Mais do que uma notícia pontual, o episódio reforça um sinal que o mercado já vinha precificando: quando há interdependência de controle, governança e risco de grupo , o efeito tende a ser sistêmico, e não isolado. O que aconteceu De acordo com o ato do presidente do BC mencionado na reportagem da Valor Econômico, a liquidação foi decretada por comprometimento da situação econômico-financeira , além de “insolvência” e vínculo de interesse “pelo exercício de poder de controle do Banco Master S.A.”. O BC também nomeou como liquidante a EFB Regimes Especiais , indicada como a mesma empresa responsável pela liquidação de outras instituições do conglomerado. Por que “após Master” importa Segundo reportagem do Valor Econômico, o comunicado do BC citado na matéria afirma que a liquidação do Will Bank foi decretada “por extensão” , fazendo referência à liquidação do Banco Master S.A. , ocorrida em 18 de novembro do ano anterior. Na ocasião, o Banco Master Múltiplo , apontado como controlador da Will Financeira, foi colocado sob Regime Especial de Administração Temporária (RAET) , quando a instituição segue funcionando até normalização ou solução de mercado. O BC havia indicado, naquele contexto, a possibilidade “concreta” de uma solução que preservasse o funcionamento. Leitura de mercado: o que esse caso sinaliza Sem entrar em especulações, a própria fundamentação trazida no ato (situação econômico-financeira, insolvência e vínculo por controle) reforça três aprendizados práticos para quem opera no ecossistema financeiro: Risco de controle é risco operacional e reputacional Quando há “vínculo de interesse” por controle, o mercado passa a olhar não só a empresa, mas o grupo e a forma como ele sustenta governança, capital e continuidade. Regimes especiais são diferentes — e a transição é um alerta O RAET é um instrumento para tentar viabilizar continuidade; a liquidação extrajudicial é uma resposta mais dura, conectada à leitura de deterioração/insolvência. Mercados em estresse “cobram evidências” Em momentos assim, a diferença entre ter política “no papel” e ter rotina comprovável (riscos, controles, governança e segregações) fica muito clara, e vira critério real de confiança para parceiros, investidores e clientes. Pontos de atenção práticos para escritórios e empresas do setor Se você lidera uma operação regulada (ou que depende de parceiros regulados), vale usar o caso como gatilho para revisar, com pragmatismo: Mapeamento de dependências críticas : bancos parceiros, instituições de pagamento, custodiante, prestadores essenciais e “planos B”. Gestão de risco de contraparte : limites internos, monitoramento e procedimentos de troca rápida. Governança e estrutura de grupo : clareza de controle, segregações, conflitos e documentação. Plano de continuidade : como manter atendimento, liquidez operacional e comunicação em cenários de ruptura. A Veritas atua para que os escritórios de investimentos estejam estruturados para crescer com segurança , com foco em: governança, organização societária, compliance, rotinas de controle e documentação , reduzindo risco operacional e fortalecendo a credibilidade da empresa diante do mercado. #mercadofinanceiro #bancocentral #bancocentraldobrasil #regulacao #compliance #governanca #gestaoderiscos #riscodecontraparte #riscodesistema #instituicoesfinanceiras #fintech #bancos #liquidacaoextrajudicial #raet #supervisao #controlesinternos #auditoria #pbcft #pldft #kyc #segurancajuridica #gestaoempresarial #planejamentoestrategico #mfo #wealthmanagement #consultoriadeinvestimentos #assessoriadeinvestimentos #mercadodecapitais #veritas
- XP Wealth Services cresce 80% em dois anos e chega a R$ 180 bilhões
O crescimento vem das parcerias com consultorias e multi family offices, diz Neofeed "A plataforma B2B da XP voltada para gestão de fortunas independentes, a XP Wealth Services, cresceu 80% em menos de dois anos e alcançou R$ 180 bilhões sob custódia, entre consultorias e gestores de patrimônio. Grande parte do avanço da XP se deu pela penetração entre grandes family offices, que usavam os bancos que os clientes tinham conta para gerir a carteira de seus clientes." O crescimento do mercado de wealth é uma realidade cada vez mais evidente. De acordo com o levantamento realizado pela Veritas, no ano passado, foram registrados mais de 162 novos pedidos de registros de PJs de consultorias de investimentos. Esse cenário reflete um mercado em constante aquecimento, onde os grandes players estão conseguindo aproveitar a combinação da crescente maturidade dos investidores e a demanda dos profissionais por esse mercado. Com a notícia, a XP passa a ter quase um terço do mercado de wealth service no Brasil As consultorias independentes e os MFOs que estão surgindo no mercado precisam cada vez mais de uma estrutura sólida para se integrar de maneira eficiente às plataformas das corretoras, como a da XP, que já ocupa quase um terço do mercado. Para que essas novas PJs consigam oferecer um atendimento de qualidade e se conectar diretamente às plataformas dessas corretoras, é essencial que possuam um business plan bem alinhado, além de uma estrutura jurídica, contábil e projeções financeiras adequadas. Recentemente, inclusive, participamos do podcast Fala, Consultor da XP Wealth Service, onde discutimos a crescente importância das consultorias independentes no mercado. Abordamos temas como os passos para abrir uma consultoria, os custos envolvidos, as diferenças entre assessoria e consultoria, além de modelos de negócios como B2B e B2C. Também falamos sobre o momento atual das consultorias e como se adaptar a esse cenário de boom. Não deixe de conferir o episódio completo e entender como o mercado está se transformando. O mercado de consultoria de investimentos não para de crescer, esteja no centro desse movimento! Seja você um consultor estabelecido ou alguém começando agora, contar com um especialista é essencial para aproveitar o crescimento do mercado. Com um apoio estratégico, jurídico e financeiro adequado, sua consultoria terá as bases sólidas para se destacar e prosperar nesse cenário competitivo. Acesse o link da nossa participação no podcast Fala Consultor para saber mais e se aprofundar nesse movimento de crescimento. #XPWealthServices #Crescimento #Investimentos #GestãoDeFortunas #ConsultoriaDeInvestimentos #MFO #Consultorias #MercadoFinanceiro #WealthManagement #TransformaçãoFinanceira #ConsultoriasIndependentes #ParceriasEstrategicas
- Bancos de Investimentos apostam em retomada para 2026: melhora de pipeline de M&As e reabertura gradual de janela de equity/IPO
De acordo com o NeoFeed , 2025 foi um ano desafiador para os bancos de investimentos no Brasil, com um recuo contínuo das receitas, especialmente nas áreas de M&As e ECM (ofertas de ações). Entretanto, com as mudanças macroeconômicas em curso e a recuperação do mercado financeiro, a expectativa para 2026 é de uma virada positiva. Segundo um levantamento da Dealogic, apesar do ano difícil, sinais de recuperação começam a se consolidar no final de 2025, com os bancos de investimentos já visualizando um panorama mais otimista para o próximo ano. O que esperar para 2026? Ainda segundo a Neofeed, principal previsão para 2026 é a retomada dos IPOs (ofertas iniciais de ações), após um longo período de "seca". A melhoria nas condições de mercado, impulsionada pela queda das taxas de juros e pela realocação de investimentos globais, promete reabrir a janela de equity, proporcionando oportunidades de crescimento para os bancos de investimentos. A entrada de investidores estrangeiros, especialmente com perfil de longo prazo, também será um fator-chave para sustentar essa recuperação. Com a Selic projetada para cair ainda que de forma gradual, espera-se que os IPOs e follow-ons ganhem tração durante o ano. Além disso, os M&As (fusões e aquisições) também devem seguir como um dos pilares de movimentação no mercado de investimentos, especialmente em setores como infraestrutura e energia, que tiveram destaque em 2025. Segundo os especialistas, o cenário de incertezas macroeconômicas em 2025, como a volatilidade do mercado e os desafios fiscais, contribuiu para a desaceleração nas negociações. No entanto, com a evolução do mercado e um pipeline já melhor estruturado para 2026, as perspectivas de novos acordos se mostram promissoras. Como as Consultorias e Assessorias de Investimentos podem se beneficiar? O mercado de consultoria de investimentos está preparado para surfar a onda dessas mudanças no próximo ciclo. Com a recuperação gradual da janela de IPOs e a intensificação dos M&As, as assessorias e consultorias podem aproveitar o momento de retomada para expandir suas ofertas e aumentar a atratividade de seus portfólios. As transações em andamento, que foram adiadas devido às incertezas do ano anterior, devem encontrar novas oportunidades e, consequentemente, novos players para atuar. No entanto, é fundamental que os profissionais e empresas do setor estejam bem estruturados para aproveitar essas novas chances. A adoção de uma estratégia bem definida e o acompanhamento contínuo do mercado são essenciais para capturar os frutos dessa recuperação. As consultorias e assessorias que entenderem as necessidades de seus clientes, ajustando suas ofertas conforme as novas condições de mercado, terão uma vantagem significativa. A importância de começar o ano estruturado Outro ponto importante, que não está diretamente relacionado aos bancos de investimento, mas que também deve ser destacado, é a alta de M&As entre operações do mercado de investimentos. Nos últimos anos, houve um aumento significativo no número de fusões e aquisições dentro do próprio setor de consultorias e assessorias, com a busca por expansão, diversificação de serviços e fortalecimento de portfólios. Esse movimento abre novas oportunidades para as empresas que estão bem estruturadas, pois elas conseguem aproveitar a consolidação do setor e expandir sua presença no mercado, e o cenário macroeconômico influencia nisso. A retomada do mercado exige um planejamento claro e uma estrutura bem estabelecida. Por isso, a Veritas está posicionada como um parceiro estratégico para ajudar consultorias e assessorias a aproveitarem as tendências do setor de forma eficaz, garantindo que estejam prontas para navegar pelas complexidades do mercado de investimentos em 2026. Conclusão O ano de 2026 tem tudo para ser um marco para os bancos de investimentos, especialmente no que diz respeito à retomada dos IPOs e ao aumento das transações de M&As. Consultorias e assessorias de investimentos que se prepararem de forma estratégica e estruturada poderão surfar essas ondas de oportunidades, alcançando um crescimento significativo. A Veritas está pronta para apoiar esse processo com sua expertise, garantindo que cada etapa seja otimizada para o sucesso no novo ciclo de investimentos que se aproxima. #M&A #MercadoFinanceiro #Investimentos2026 #ConsultoriaDeInvestimentos #IPO #CicloDeInvestimentos #Governança #EstratégiaFinanceira #ConsultoriaCVM #Veritas #MercadoDeAções #RecuperaçãoEconômica #FusõesEAquisições #EstruturaçãoDeNegócios #PlanejamentoFinanceiro #MercadoDeCapitais #InovaçãoFinanceira #CrescimentoSustentável #TransformaçãoFinanceira
- Azimut Brasil compra participação majoritária da Unifinance e chega a 22bi
A Azimut anunciou a aquisição de uma participação majoritária na Unifinance Group , casa com presença forte no wealth management (UHNW) e também no segmento institucional (fundos de pensão fechados e seguradoras). Segundo o comunicado, o movimento vem na sequência do acordo assinado em dezembro para aquisição da Knox Capital , reforçando a estratégia do grupo de crescer em mercados considerados estratégicos, com foco em governança e criação de valor de longo prazo. Detalhes sobre a aquisição A Unifinance Group é um grupo com atuação relevante no atendimento a clientes de altíssima renda (UHNW) e com penetração no segmento institucional (fundos de pensão fechados e companhias de seguros). A transação busca fortalecer a presença da Azimut no Brasil, em linha com a estratégia global de expansão do grupo em mercados estratégicos, preservando o compromisso com qualidade e geração de valor no longo prazo. A Azimut afirma que, com esta aquisição, após o acordo firmado em dezembro para a Knox Capital , amplia sua capacidade de atender clientes altamente sofisticados no Brasil por meio de um modelo integrado que combina expertise local, governança sólida e uma arquitetura global de soluções. A Unifinance, com escritórios no Rio de Janeiro e em Santa Catarina, possui equipe altamente qualificada e um histórico de mais de 20 anos, tendo consolidado sua presença comercial com soluções sob medida para uma base sofisticada. Ao final de 2025, a Unifinance superou R$ 4,1 bilhões em ativos sob advisory/gestão, apoiada em relacionamento de longo prazo com clientes, alinhamento de interesses e excelência. A integração com a Azimut deve ampliar a entrega ao cliente (escala, oferta de produtos e processos), mantendo a independência, cultura e processo de investimento da Unifinance. A operação será estruturada por troca de ações da Azimut Holding S.p.A. , sem pagamento inicial em caixa, e com mecanismo de earn-out atrelado a metas de crescimento pré-definidas. Giorgio Medda (CEO da Azimut Holding) declara que o Brasil é um motor importante de crescimento do grupo e que, com Unifinance após o acordo com a Knox Capital, a Azimut dá mais um passo para aprofundar sua presença tanto em Wealth Management quanto no Institutional & Wholesale. Ele afirma que, como resultado, a Azimut passará a administrar aproximadamente R$ 60 bilhões (mais de € 9 bilhões) no Brasil , confirmando o país como terceiro maior mercado do grupo globalmente , em linha com o plano estratégico Elevate 2030 . O fechamento da transação está sujeito a condições usuais e aprovações regulatórias. As empresas iniciariam imediatamente o plano de integração com foco em continuidade do negócio, retenção de talentos e aceleração comercial, buscando uma transição segura para clientes e parceiros. O que esse movimento sinaliza: M&As em alta no mercado de assessoria e consultoria A combinação Azimut + Knox Capital + Unifinance reforça um sinal que já vinha ficando evidente: a consolidação por meio de M&A segue ganhando força no ecossistema de wealth, assessoria e consultoria de investimentos — especialmente quando envolve (i) base UHNW, (ii) distribuição qualificada, (iii) governança e processos maduros, e (iv) capacidade de escalar oferta e tecnologia mantendo cultura e qualidade. Na prática, esse tipo de transação costuma premiar quem está “pronto para o mercado”: operações com controles, documentação, métricas, compliance e governança bem estruturados conseguem (a) negociar melhor, (b) reduzir riscos em due diligence e (c) acelerar o pós-deal com menor fricção. Estruturas sólidas: o “kit” mínimo para participar bem desse ciclo Seja para comprar, vender, captar sócio estratégico ou se integrar a uma plataforma , a régua tende a subir. Em geral, o que sustenta uma boa transação é: Governança e regras claras : papéis, alçadas, acordos entre sócios, política de conflitos e tomada de decisão. Compliance e controles : rotinas, trilhas de auditoria, evidências e aderência regulatória (o que reduz risco e retrabalho). Números que fecham : contabilidade organizada, indicadores de receita/retention, unit economics e projeções defensáveis. Processos replicáveis : onboarding, atendimento, operação e gestão comercial com consistência. Data room e documentação : contratos, políticas, atas, histórico societário e repositório pronto para diligência. Conclusão A alta de M&As cria oportunidades, mas quem captura valor é quem está estruturado . A Veritas atua como especialista para preparar operações do mercado de investimentos para esse ciclo: da organização societária e governança, passando por compliance e estrutura contábil-financeira, até a preparação para diligência e suporte estratégico na jornada de transação (do business plan ao deal). Fonte: Comunicado oficial da Azimut (19/01/2026). #azimut #unifinance #knoxcapital #mercadodeinvestimentos #wealthmanagement #privatebanking #uhnw #assetmanagement #gestaodepatrimonio #investimentos #mercadofinanceiro #mna #fusoesaquisicoes #consolidacao #growthstrategy #governanca #compliance #due_diligence #estruturacaosocietaria #consultoriadeinvestimentos #assessoriadeinvestimentos #escritoriosdeinvestimentos #riodejaneiro #santacatarina #brasil
- Posso ser cobrado por dívidas de empresa de que não sou mais sócio?
Responsabilidade do Sócio Retirante quanto ao passivo das empresas de responsabilidade limitada – Fornecedores, Dívidas Trabalhistas e Tributárias: As empresas de responsabilidade limitada possuem um patrimônio próprio, que não se confunde com o patrimônio pessoal de seus sócios. Com isso, caso a empresa seja acionada judicialmente, ela responderá de forma principal pela dívida, sendo o sócio demandado pessoalmente somente em caso de desconsideração da personalidade jurídica, que é um incidente processual (como se fosse um novo processo), que servirá para apurar se os sócios da empresa estão confundindo seu patrimônio com o da pessoa jurídica e desviando suas finalidades. Caso o juiz entenda que sim, a dívida poderá ser cobrada diretamente dos sócios da empresa, podendo inclusive haver o bloqueio de valores em contas bancárias, penhora e indisponibilidade de bens, entre outras medidas para assegurar o pagamento da dívida. Entendida essa questão, o art. 1003 do Código Civil refere que o sócio retirante (ou ex sócio), responderá pelas dívidas contraídas pela empresa por 02 anos, contados da data do registro da alteração contratual. Ou seja, esse prazo começará a contar após a averbação do contrato social, com a retirada do sócio e transferência das quotas ao novo sócio. Quanto às dívidas tributárias, a situação é a mesma. O sócio retirante responderá pelo passivo tributário em caso de dívidas cobradas em até 02 anos após a sua saída, somente em caso de atos praticados e com excesso de poderes ou infração de lei, contrato social ou estatutos, conforme determina o art. 135, III, do CTN. Na seara trabalhista, o entendimento é diferente: O artigo 10-A da CLT determina que o sócio retirante responderá subsidiariamente (ou seja, somente caso a empresa não possa arcar com a obrigação) pelas obrigações trabalhistas da sociedade relativas ao período em que figurou como sócio, somente em ações ajuizadas até dois anos depois de averbada a modificação do contrato. Ainda, existem duas orientações jurisprudenciais – nº 48 e 51 – da Seção de Execuções do Tribunal Regional Federal da 4ª Região, que definem que a responsabilidade do sócio-retirante é proporcional ao período em que se beneficiou do trabalho do empregado. Ainda, define que a responsabilização do sócio retirante independe da limitação de prazo prevista no artigo 1032 do Código Civil. Por exemplo: O sócio retirou-se da empresa em 14/02/2019. Em 13/02/2021, João ajuizou uma ação trabalhista contra a empresa, pleiteando as verbas trabalhistas de 13/02/2016 até 13/02/2021. Seguindo esse entendimento, o sócio retirante responderá pelas dívidas decorrentes do período de 13/02/2016 a 14/02/2019, uma vez que neste período se beneficiou da força de trabalho do empregado, desde que este ajuíze a ação até 02 anos após a averbação da saída do sócio da empresa. Convém lembrar que isso acontecerá somente em caso de responsabilização pessoal do sócio, uma vez que a responsabilidade principal é tão somente da empresa. #clt #socio #societario #tributario #divida #juridico
- Como fazer um acordo trabalhista sem precisar pagar tributos e recolhimentos previdenciários?
Até 2019 as partes, empregado e empregador, podiam declarar que as verbas objeto do acordo tinham natureza indenizatória e não salarial. Para tanto, bastava às partes elencar que os valores se referiam a férias indenizadas, aviso prévio indenizado, multa de 40% do FGTS, multas dos arts. 467 e 477, danos morais, por exemplo. Os acordos em tal formato, sem a designação de verbas salariais, facilitavam o recebimento pelo empregado de valores maiores, uma vez que o empregado estava isento do recolhimento de tributos (IR) e a empresa isenta aos pagamentos de recolhimentos previdenciários. Todavia, a Lei 13.876/2019, publicada em 23/09/2019, acrescentou os parágrafos 3º-A e 3º-B ao art. 832, da CLT, onde estabelece a base de cálculo para as parcelas de natureza remuneratória constantes da condenação ou do acordo homologado. A intenção clara aqui é evitar que os acordos trabalhistas elejam para pagamento apenas parcelas de natureza indenizatória, das quais não incidem recolhimentos previdenciários, nem tributários (IR). Certo que a discriminação das verbas acordadas entre as partes já era obrigatória desde 2000, conforme redação do parágrafo 3º do referido artigo. E, obviamente os valores acordados deviam obedecer aos limites estabelecidos ou na petição inicial ou na sentença. Ora, não se poderia um acordo trabalhista designando que o valor acordo se referia a danos morais quando se quer havia esse pedido na ação. Ou que se tratava de multa do art. 477, § 8º, da CLT, sendo que tal valor era superior a uma remuneração do empregado. Mas se podia determinar que todos os pagamentos do acordo eram de natureza indenizatória. Com a nova regra, a situação recém referida só é possível quando a ação tiver pedido apenas parcelas de natureza indenizatória. Explico. Quando a ação se referir a qualquer tipo de parcela de natureza salarial junto à indenizatória o acordo já não é possível de ser feito sem o pagamento de tributos e recolhimentos à Previdência Social. Isso porque o acordo deve respeitar a proporcionalidade das verbas salarias e indenizatórias que compõem a ação, seja na petição inicial ou na sentença. Por tais motivos que a composição de um acordo não pode levar em conta somente o valor final alcançado ao empregado, mas considerar os valores incidentes nas verbas salariais e assim a empresa não se ter surpresas com a cobrança de tributos e recolhimentos previdenciários após a homologação do acordo. Então, respondendo à pergunta formulada lá no início do nosso texto a resposta é: SIM, podemos fazer um acordo trabalhista sem incidência de tributos e recolhimentos previdenciários, mas somente nas ações que versem sobre pedidos puramente indenizatórios. Para as ações que versem sobre pedidos de natureza salarial, há de ser observada a proporcionalidade entre as verbas salariais e indenizatórias. Nesse sentir, de vital importância que o advogado responsável pela composição do acordo tenha pleno conhecimento de tais aspectos, a fim de que não onere a empresa com recolhimentos previdenciários ou tributários acima do exigido. A composição de acordos não se trata de mero cálculo, mas sim de uma ação estratégica, a qual deve estar inserida em um planejamento patrimonial e trabalhista da empresa, a fim de solucionar conflitos e diminuir custos com encargos trabalhistas. Por fim e não menos importante, quase que na totalidade das vezes a celebração de um acordo em processo trabalhista será mais vantajosa às partes, seja para o empregado que garante o recebimento de tais valores, seja para o empregador que consegue diminuir sensivelmente a tributação e o recolhimento previdenciário incidente nas verbas trabalhistas acordadas. Quer saber mais? Entre em contato com a gente! #empresa #contratos #trabalho #encargo #trabalhista













