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- Saiba quais são os pontos de atenção ao constituir uma Assessoria de Investimentos
A constituição de uma pessoa jurídica (PJ) para atuar como assessoria de investimentos envolve diversas etapas, que, embora necessárias, podem gerar confusão se não forem devidamente observadas. Isso ocorre especialmente quando se trata do cumprimento das exigências da Comissão de Valores Mobiliários (CVM). Erros durante esse processo podem resultar em complicações regulatórias e até na impossibilidade de operar no mercado financeiro. Neste blog, vamos destacar os principais pontos aos quais você deve dar atenção extra durante o processo de credenciamento da sua PJ de assessoria de investimentos, garantindo que tudo ocorra conforme as normas da CVM. 1. Indicação de um Diretor Responsável A Resolução CVM nº 178/2023 exige que a PJ de assessoria de investimentos tenha um diretor responsável devidamente nomeado . Esse profissional desempenha papel essencial na conformidade regulatória do escritório, sendo imprescindível para o funcionamento adequado da operação. A nomeação deve ser feita com atenção às exigências legais para evitar erros que possam comprometer o registro. Saiba mais sobre a nomeação do Diretor Responsável 2. Conflitos de interesse e expressões que induzam ao erro É fundamental que o nome da sua pessoa jurídica e de fantasia não contenha expressões ou siglas que possam induzir o investidor a erro sobre o objeto da sociedade. A utilização de nomes que sugiram atividades diferentes das de assessor de investimentos pode resultar no indeferimento do credenciamento. Além disso, é necessário estar atento a potenciais conflitos de interesse que possam surgir durante o processo de constituição da PJ, garantindo uma gestão clara e ética. 3. Não confundir as taxas de fiscalização Antes de solicitar o registro da PJ de assessoria de investimentos, o sócio administrador deve pagar a taxa inicial de R$ 634,63 à CVM, que é distinta da taxa anual de fiscalização de R$ 2.538,50. A taxa inicial deve ser paga antes de solicitar o credenciamento junto à ANCORD. Após o deferimento do credenciamento, a taxa anual deve ser paga até o último dia útil do primeiro decêndio de maio de cada ano em que o registro estiver ativo, exceto no momento do credenciamento, quando deve ser quitada em até 30 dias. Assim, as duas taxas são diferentes e devem ser pagas em momentos distintos. Conclusão O credenciamento de uma PJ de assessoria de investimentos envolve detalhes que podem ser desafiadores para quem não está familiarizado com as exigências regulatórias. Com vasta experiência e profundo conhecimento do setor, a Veritas oferece suporte na estruturação e no registro da sua empresa, assegurando que todos os requisitos legais sejam atendidos de forma eficaz. Converse com um especialista e descubra como podemos simplificar o processo de credenciamento da sua PJ de assessoria de investimentos, ou acesse nosso tutorial completo no Youtube. #assessordeinvestimentos #cvm178 #ai #cvm179 #agenteautonomodeinvestimentos #ancord #diretorresponsavel #aai #assessor #resolucao #cvm #assessoriadeinvestimentos #ancord #ancordai #ai #xpinvestimentos #xp #comissaodevaloresmobiliarios #ebookcvm #multas #riscos #btg #safra #investimentos
- Como fazer com que a minha assessoria de investimentos se vincule a uma corretora?
A assessoria de investimentos desempenha um papel essencial no mercado financeiro, atuando como ponte entre investidores e oportunidades de investimento. Regulamentada pela CVM 178 , essa atividade exige que os assessores estejam vinculados a uma corretora de valores, garantindo a estrutura necessária para a execução de ordens, disponibilização de informações e alinhamento às normas regulatórias . A ligação com a corretora, além de obrigatória, é um passo estratégico para qualquer PJ que deseje se consolidar no mercado. Neste blog, vamos abordar três fatores-chave que podem ajudar uma nova PJ de assessoria a estabelecer uma vínculo sólido com um intermediário. Criar um Business Plan do meu negócio O primeiro passo para atrair o interesse de uma corretora é ter um plano de negócios sólido e detalhado. No caso das assessorias de investimentos, o Business Plan deve demonstrar não apenas a viabilidade do negócio, mas também sua proposta de valor. Esse documento é essencial para transmitir confiança e profissionalismo à corretora, mostrando que o escritório está preparado para enfrentar desafios e buscar oportunidades no mercado financeiro. Além disso, um plano bem estruturado serve como um guia estratégico para orientar o crescimento sustentável do negócio. Estruturar uma Apresentação Institucional Uma apresentação institucional eficaz é outra ferramenta indispensável para conquistar a atenção de uma corretora. Mais do que apenas apresentar os serviços, ela deve comunicar de forma clara e impactante os valores, a missão e o diferencial competitivo da sua assessoria. No caso das assessorias de investimentos, é importante destacar a experiência da equipe, as estratégias de relacionamento com os clientes e a capacidade de entregar resultados consistentes . Uma apresentação bem elaborada não só facilita o vínculo com a corretora, mas também ajuda a consolidar a reputação do escritório no mercado. Contratar um Deal Advisor Por fim, contar com o suporte de um Deal Advisor experiente pode ser o diferencial para estabelecer uma ligação de sucesso com uma corretora. Esse profissional traz consigo u m profundo conhecimento do mercado e uma rede de contatos estratégicos , facilitando o processo de negociação e aumentando as chances de uma conexão bem-sucedida. O suporte de um especialista garante que cada etapa do processo seja conduzida com eficiência e profissionalismo, reduzindo riscos e otimizando resultados. Conclusão Na Veritas, somos especialistas em ajudar novas assessorias de investimentos a se posicionarem no mercado e a estabelecerem vínculos com corretoras, desde o planejamento inicial do seu Business Plan, passando pela apresentação institucional até as negociações com a corretora. Entre em contato e ou fale com um dos nossos especialistas para solicitar uma proposta. #assessordeinvestimentos #cvm178 #ai #cvm179 #agenteautonomodeinvestimentos #ancord #diretorresponsavel #aai #assessor #resolucao #cvm #ancord #ancordai #ai #xpinvestimentos #xp #comissaodevaloresmobiliarios #ebookcvm #multas #riscos #btg #safra #investimentos
- Uma assessoria de investimentos pode oferecer produtos financeiros como Seguros, Câmbio e Crédito numa mesma PJ?
A Resolução CVM 178 trouxe inúmeras mudanças relevantes para o mercado financeiro, reforçando a regulação e a transparência no setor. Entre as principais alterações, destaca-se a possibilidade de que atividades complementares, como seguros, câmbio e crédito, possam ser exercidas pela mesma pessoa jurídica que atua como assessoria de investimentos . Anteriormente, essas atividades eram desempenhadas por pessoas jurídicas distintas, como correspondentes cambiais, bancários ou corretores de seguros. Além disso, os escritórios de assessoria de investimentos eram obrigados a manter sites segregados para cada uma dessas funções. Contudo, a partir de 1º de junho de 2023, escritórios de assessoria de investimentos passaram a poder mencionar produtos como câmbio, seguros e outros não classificados como valores mobiliários diretamente em seus sites, desde que respeitadas as exigências regulatórias. Leia sobre as obrigações ao exercer Atividades Complementares Regras para Exercício de Atividades Complementares De acordo com o Art. 7º da Resolução CVM 178: “O assessor de investimento pessoa jurídica poderá exercer atividades complementares relacionadas aos mercados financeiro, securitário, de previdência e capitalização, desde que não conflitem com a atividade de assessoria de investimentos e não estejam relacionadas às atividades de analistas, consultores e gestores.” Essa permissão está condicionada ao cumprimento de requisitos específicos, incluindo a inserção de um disclaimer adequado em materiais promocionais e no site da assessoria. Tal cuidado visa garantir que os clientes entendam claramente quais produtos e serviços não são classificados como valores mobiliários, prevenindo possíveis conflitos de interesse e promovendo maior transparência nas relações comerciais. Ler sobre as regras para Sites de AIs Conclusão A Resolução CVM 178 trouxe maior flexibilidade para escritórios de assessoria de investimentos, permitindo a oferta de produtos financeiros complementares, como seguros, câmbio e crédito, dentro da mesma PJ. Contudo, essa decisão deve ser embasada em uma análise cuidadosa, considerando os aspectos tributários, contábeis e regulatórios envolvidos. A Veritas possui a expertise necessária para auxiliá-lo nessa tomada de decisão, estamos prontos para orientá-lo desde a estruturação de sua PJ até a implementação das atividades de acordo com as normas do mercado, garantindo segurança e eficiência para o seu negócio. Agende uma reunião ou entre em contato conosco para saber mais. #assessordeinvestimentos #cvm178 #ai #cvm179 #agenteautonomodeinvestimentos #ancord #diretorresponsavel #aai #assessor #resolucao #cvm #assessoriadeinvestimentos #ancord #ancordai #ai #xpinvestimentos #xp #comissaodevaloresmobiliarios #ebookcvm #multas #riscos #btg #safra #investimentos
- Quais benefícios da Holding para sua operação?
A estruturação de uma Holding tem se tornado uma prática recorrente entre empresários que buscam consolidar e proteger suas operações, com ganhos em governança, eficiência e segurança. Por meio desse modelo, é possível centralizar a gestão de múltiplas empresas , organizar participações societárias, facilitar o planejamento patrimonial e criar estruturas mais alinhadas com os objetivos de longo prazo do grupo empresarial. A seguir, destacamos os principais benefícios da Holding e como ela pode contribuir para uma operação mais estruturada. Governança corporativa Empresas em estágio inicial, especialmente familiares, costumam ter estruturas simples e concentradas em poucas pessoas . Mesmo com regras internas, muitas delas permanecem no formato de sociedade limitada (LTDA). A estruturação de uma Holding, especialmente sob o formato de sociedade anônima (S.A.), permite a adoção de mecanismos de governança mais complexos. Com regras formais de deliberação, separação entre gestão e controle e publicação de atos societários, a empresa ganha maior visibilidade institucional e melhora seu posicionamento para processos de captação de recursos, expansão e profissionalização da gestão. Otimização financeira Grupos empresariais compostos por mais de uma empresa costumam enfrentar dificuldades para realizar transferências internas de recursos e acabam arcando com tributos adicionais por falta de organização societária . A Holding possibilita o planejamento da distribuição de lucros, a realização de empréstimos intercompany e a centralização dos resultados financeiros. Isso permite ganhos de eficiência operacional e fiscal, com redução de custos e maior controle sobre o fluxo financeiro do grupo. Segurança contábil e fiscal Com múltiplas empresas e contas, é comum a ocorrência de erros contábeis, pagamentos duplicados e falhas na apuração de tributos . A adoção de uma estrutura de Holding permite consolidar informações contábeis e fiscais, melhorando a apuração de resultados e o cumprimento das obrigações legais. Esse controle aprimorado reduz o risco de autuações e contribui para a conformidade com normas tributárias e contábeis. Estruturação de partnership À medida que as empresas crescem, torna-se necessário criar mecanismos de atração e retenção de profissionais estratégicos . Muitas não possuem um modelo claro para formalizar a entrada de novos sócios ou premiar colaboradores por desempenho. A Holding permite a criação de diferentes camadas de participação, o que possibilita a inclusão de sócios com direitos específicos , como participação apenas nos resultados operacionais ou na estrutura societária de controle. Isso contribui para uma estrutura mais clara, escalável e ajustada à realidade da empresa. Consolidação e valuation do grupo Empresas com várias unidades de negócio ou CNPJs distintos podem enfrentar dificuldades para calcular o valor consolidado da operação. A centralização dessas unidades em uma única estrutura de Holding permite a consolidação dos ativos, passivos e resultados, o que facilita a apuração do valor do grupo empresarial . Essa organização é fundamental em processos de busca por investidores, aportes financeiros ou preparação para fusões e aquisições. Proteção e segregação patrimonial A ausência de separação entre o patrimônio pessoal dos sócios e o patrimônio da empresa é um fator de risco, principalmente em cenários de endividamento ou litígios. A Holding possibilita a segregação formal desses patrimônios , assegurando que bens como imóveis e aplicações financeiras não sejam diretamente afetados por eventuais passivos empresariais. Essa estruturação também contribui para o planejamento patrimonial e a gestão eficiente dos ativos . Tributação e planejamento fiscal Muitas empresas, por falta de estrutura, acabam pagando mais impostos do que o necessário . A Holding permite centralizar os lucros e redistribuí-los aos sócios dentro dos limites estabelecidos pela legislação fiscal, muitas vezes com isenção de imposto na distribuição . Além disso, a estrutura evita a bitributação , que pode ocorrer quando os lucros são transferidos diretamente da empresa para a pessoa física. Como regra, Holdings com receita de participações ou financeiras não podem optar pelo Simples Nacional, adotando geralmente os regimes de Lucro Presumido ou Lucro Real. Planejamento sucessório Empresas que não possuem um plano sucessório estruturado podem enfrentar disputas judiciais e bloqueios operacionais em caso de falecimento de um dos sócios . A Holding permite a doação em vida de quotas com cláusulas específicas, como inalienabilidade, impenhorabilidade e incomunicabilidade. Também é possível reservar o usufruto para o patriarca ou matriarca da família, garantindo o controle da empresa mesmo após a antecipação da sucessão. Isso reduz a necessidade de inventário e assegura a continuidade do negócio. Conclusão A Holding é uma ferramenta de organização empresarial que contribui diretamente para a maturidade, eficiência e proteção da operação. Além de facilitar o controle interno, proporciona segurança, melhor aproveitamento fiscal e planejamento de longo prazo. Para empresas que desejam crescer de forma sustentável e estruturada, a adoção de uma Holding pode representar um passo importante na consolidação de sua governança e no fortalecimento de seu posicionamento no mercado. Se você deseja entender como esse modelo pode ser aplicado ao seu caso, a equipe da Veritas está à disposição para oferecer um diagnóstico personalizado e orientar o processo de estruturação de forma completa e segura. 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- O que é e quais são os tipos de Holding?
Com o avanço do mercado e o aumento da complexidade nas operações de empresas, tornou-se comum a criação de estruturas que permitem maior controle, segurança e eficiência na gestão de diferentes áreas de atuação. No setor financeiro, especialmente, escritórios e grupos empresariais têm buscado modelos que permitam integrar consultoria, gestão de ativos, seguros, planejamento patrimonial e outras frentes . Nesse cenário, a Holding se destaca como uma alternativa estratégica e funcional. O que é uma Holding? A Holding é uma empresa constituída para centralizar o controle de participações em outras empresas ou ativos. Na prática, ela permite reunir negócios sob uma mesma estrutura , trazendo ganhos em governança, organização societária, proteção patrimonial e sucessão. É uma ferramenta que favorece tanto a gestão quanto o crescimento com mais clareza e segurança. Existem diferentes formas de estruturar uma Holding, a depender do objetivo e da atuação desejada. Tipos de Holding A Holding de Controle é aquela que participa ativamente das decisões das empresas em que tem participação. Costuma deter maioria acionária ou poder de voto suficiente para influenciar a gestão. É usada por grupos empresariais que desejam manter comando direto sobre as controladas. A Holding de Participação tem um papel mais passivo. Embora detenha participação societária em uma ou mais empresas, não interfere na administração. Serve principalmente para consolidar patrimônio, organizar ativos ou facilitar o planejamento tributário e sucessório. Outro ponto importante está na atividade da Holding. A Holding Pura é criada exclusivamente para gerir participações. Não opera no mercado, não presta serviços e não tem atividades comerciais. Seu foco está apenas no controle societário. E a Holding Mista combina o controle de participações com atividades operacionais. Pode prestar serviços, alugar imóveis ou atuar diretamente em outras frentes. Nesse caso, é essencial que o objeto social da empresa e o CNAE estejam corretamente alinhados com essa atuação híbrida, para garantir o enquadramento tributário adequado. Conclusão Estruturar uma Holding é mais do que uma formalidade: é uma decisão estratégica que pode transformar a forma como grupos empresariais operam e crescem. Com foco em proteção, clareza e governança, esse modelo é indicado para quem busca crescer de forma sólida e organizada. Na Veritas, unimos visão contábil e estratégica para entregar estruturas eficientes, sempre adaptadas à realidade de cada cliente. Se você está pronto para profissionalizar sua operação e proteger seu patrimônio com inteligência, estamos prontos para caminhar ao seu lado. Baixe o nosso eBook completo sobre o assunto para mais informações ou fale diretamente com um de nossos especialistas. #holding #holdingdecontrole #holdingdeparticipação #holdingmista #holdingpura #planejamentopatrimonial #patrimonio #planejamentosucessório #planejamentotributário #societário #gestãopatrimonial #governança #governançafamiliar #patrimoniofamiliar
- Qual é a diferença entre domínio e hospedagem na criação de um site?
Ter um site é fundamental para qualquer empresa ou profissional que queira se destacar no ambiente digital. No entanto, ao iniciar o planejamento da sua presença online, surgem questões importantes, como a escolha do domínio e da hospedagem . Compreender a diferença entre esses dois elementos é essencial para garantir o sucesso do seu site. O que é um domínio? O domínio é o endereço do seu site na internet, como "www.suaempresa.com". Ele funciona como a identidade digital do seu negócio, tornando-o acessível ao público online. Um domínio curto, fácil de lembrar e relacionado ao nome ou serviço da sua empresa fortalece a presença da marca e ajuda a criar uma impressão profissional. Registrar um domínio em uma extensão adequada (como .com, .com.br) é crucial para sua proteção e para garantir sua disponibilidade, sendo o ponto de partida para qualquer estratégia digital bem-sucedida. O que é hospedagem? A hospedagem é o serviço que armazena os arquivos, imagens, textos e dados que compõem o seu site. Ela garante que seu site esteja acessível na internet e funcione corretamente. Optar por um serviço de hospedagem confiável é fundamental para assegurar que seu site esteja sempre disponível, tenha um bom tempo de carregamento e ofereça uma experiência de usuário positiva. Diferenças entre domínio e hospedagem O domínio e a hospedagem são elementos complementares e indispensáveis para o bom funcionamento do seu site. Sem o domínio, os usuários não poderão acessar sua página; sem a hospedagem, não há site. Portanto, ao criar um site, é necessário contratar ambos os serviços. Optar por um fornecedor que ofereça soluções integradas facilita o processo, permitindo gerenciar tudo em um único lugar. Conclusão Compreender a diferença entre domínio e hospedagem é fundamental para garantir a criação de um site eficiente e profissional. Na Veritas , somos especializados em atender empresas do mercado financeiro, desenvolvendo sites que não só atendem às exigências regulatórias, mas também refletem o profissionalismo e a credibilidade do seu negócio. Fale com um de nossos especialistas e descubra como podemos ajudá-lo a criar um site que fortaleça sua marca e aumente a confiança dos seus clientes no ambiente digital. #mercadofinanceiro #assessoria #assessoriadeinvestimentos #consultoriadeinvestimentos #gestãodecarteira #webdesign #domínio #hospedagem #seo #marketingdigital #tecnologia #desenvolvimentodesite #site #website
- Quais regras uma assessoria vinculada ao BTG deve seguir ao criar um site?
O site é uma ferramenta essencial para qualquer escritório que busca atrair clientes e consolidar sua presença no mercado. Contudo, para uma assessoria de investimentos vinculada ao BTG Pactual , é imprescindível garantir que o site esteja em conformidade não apenas com as diretrizes da CVM , mas também com as normas internas da corretora . A adoção dessas normas não é apenas uma questão de compliance, mas também uma forma de reforçar a credibilidade e a transparência da sua assessoria. Neste artigo, exploraremos as principais regras que uma assessoria deve seguir ao criar seu site, de modo a atender às normas do BTG. Foto: Fran Parente Quais pontos um escritório vinculado ao BTG deve considerar? 1. Conteúdo informativo e transparente O site não pode conter declarações que sejam exageradas, injustificadas, enganosas ou falsas . Toda informação deve ser clara, precisa e apoiada por disclaimers e divulgações apropriadas. Além disso, é obrigatório indicar a fonte de qualquer conteúdo publicado por outros meios de comunicação, incluindo o nome do veículo e a data de publicação. 2. Lista de assessores De acordo com a CVM 178, é necessário incluir no site uma lista pública dos assessores vinculados à assessoria de investimentos. Para facilitar o acesso a essas informações, o BTG indica que o site deve conter um hiperlink para a página "Seja BTG" ( https://www.sejabtg.com/escritorios ), acompanhado do texto: "Para acessar nossa lista de sócios, clique aqui: SejaBTG." 3. Identidade visual e layout O layout do site não pode ser semelhante ao do BTG Pactual ou de outras empresas coligadas. Além disso, é necessário utilizar a logomarca específica do BTG fornecida para assessorias e exibi-la junto à identidade visual da assessoria em todos os ambientes do site. 4. Informações de contato e canais de atendimento O site deve incluir: O telefone de contato e o site da Ouvidoria do BTG Pactual. Links para os canais de informações do BTG Pactual, conforme as diretrizes da corretora. 5. Segregação de atividades conflitantes Caso a assessoria faça parte de um grupo empresarial e o site aborde serviços não relacionados diretamente à assessoria de investimentos, esses devem estar em seções ou abas separadas. Além disso, para atividades consideradas conflitantes com a de AI (gestão, consultoria e análise valores mobiliários), é recomendável adotar medidas de distinção, como cores, marcas ou sinais visuais que reforcem a transparência e evitem confusões, nesse sentido recomendamos o uso de domínios diferentes nesses casos. 6. Disclaimer obrigatório O site deve conter um disclaimer, conforme o modelo fornecido pela corretora , destacando que a assessoria atua apenas como intermediária, sem gerir ou administrar patrimônios, que todas as operações são de responsabilidade do cliente e que eventuais reclamações podem ser direcionadas à Ouvidoria do BTG Pactual. Conclusão A construção de um site para uma assessoria de investimentos vinculada ao BTG exige atenção às normas regulatórias e às diretrizes de compliance da corretora, tornando a conformidade uma oportunidade para reforçar profissionalismo junto aos investidores. Na Veritas, atuamos como parceiros estratégicos de assessorias de investimentos em todo o Brasil, oferecendo soluções de marketing personalizadas e desenvolvidas para atender às exigências da CVM e às diretrizes da sua corretora. Nossos serviços abrangem desde a criação de identidade visual até o desenvolvimento de sites e outros materiais, sempre alinhados às normas regulatórias. Entre em contato conosco ou agende uma reunião para conhecer nossas soluções feitas sob medida para sua assessoria. #btgpactual #btg #corretora #compliance #corretoradevalores #assessordeinvestimentos #compliancebtg #compliancecvm #cvm #cvm178 #assessoriadeinvestimentos #assessor #ai #aai #site #webdesign #desenvolvimentodesite #logo #logotipo #identidadevisual #brand #branding
- Token: O que é? Quando pode ser considerado valor mobiliário?
A tokenização é o processo de representação digital de um ativo ou a propriedade de um ativo, simplificando sua distribuição para investidores. Quando um token é oferecido publicamente para representar contrato de investimento coletivo em recebíveis ou uma operação de securitização, ele pode ser considerado um valor mobiliário lastreado no crédito ou no direito creditório, de acordo com a Comissão de Valores Mobiliários (CVM). Os tokens podem representar não apenas ativos, mas também direitos de remuneração por empreendimento, direitos a receber relacionados a estruturas semelhantes às de securitização ou direitos de voto. A determinação de um criptoativo como valor mobiliário ocorre quando representa digitalmente valores mobiliários previstos taxativamente na lei ou se enquadra no conceito aberto de valor mobiliário como contrato de investimento coletivo. A CVM destaca que apesar de seguir a definição de token do direito regulatório de mercado estadunidense, a análise de adequação do token como valor mobiliário também poderá se dar caso a caso de acordo com Parecer 040/2022. Para a CVM, quando considerado contrato de investimento coletivo, são encontradas características como investimento em dinheiro ou bem avaliável, formalização em título ou contrato, caráter coletivo do investimento, expectativa de benefício econômico, esforço de empreendedor ou terceiro e oferta pública e são consideradas ao determinar se um título é ou não um valor mobiliário. Em resumo, os emissores e agentes envolvidos em tokens considerados valores mobiliários estão sujeitos às regulamentações da CVM e devem cumprir as regras estabelecidas para o mercado de valores mobiliários. A análise das características de cada criptoativo é essencial para determinar sua classificação como valor mobiliário ou não. FONTE: CVM #token #tokenizacao #ativo #investimentos #cripto #criptoativo
- XP Investimentos inicia em 01 de Maio a campanha do Selo de Governança e Integridade 2025-26
A XP inicia em breve a nova campanha do Selo de Governança e Integridade Compliance 2025-26 , voltado exclusivamente para escritórios de assessoria de investimentos credenciados que buscam destaque em governança, ética e conformidade. A largada será em 01 de maio , com prazos específicos para preenchimento do questionário de Due Diligence , realização dos treinamentos e consolidação das informações. Em agosto , será feita a divulgação oficial dos escritórios vencedores, com direito visibilidade e reconhecimento institucional. O que será avaliado? Para conquistar o Selo, seu escritório precisa atingir mais de 85 pontos somando três pilares: Educacional, Integridade e Governança , além de passar por uma avaliação final pelo Comitê de Governança da XP: Educacional : participação e desempenho nos treinamentos obrigatórios da UXP; Integridade : análise do histórico de notificações e condutas da equipe ao longo do ano; Governança : diagnóstico completo por meio do Questionário de Due Diligence (QDD), com evidências documentais. Conquistar o selo posiciona seu escritório como uma referência em ética, governança e conformidade , reforçando a credibilidade diante de clientes, parceiros estratégicos e da própria XP. Além disso, traz benefícios concretos como visibilidade institucional, certificações personalizadas e destaque nas comunicações oficiais da corretora . Como se preparar? A preparação para o Selo exige organização, atenção aos detalhes e um time bem alinhado. Para isso, a Veritas desenvolveu um eBook completo e direto ao ponto , com tudo que seu escritório precisa para se preparar de forma estratégica. Veja o que você vai encontrar no material: Visão estratégica sobre o Selo: Explicamos por que ele é relevante para o posicionamento do escritório e como funciona a dinâmica da campanha; Entendimento claro dos três pilares Apresentamos como cada pilar é avaliado, com exemplos reais e orientações para organizar a equipe e evitar penalidades. Guia completo do QDD: Listamos o que é exigido e os documentos importantes de Due Diligence; Critérios subjetivos da avaliação final: Mostramos o que o comitê da XP analisa além dos números, como reputação, conduta e alinhamento institucional. Metodologias para uma boa governança : Sugerimos documentos, políticas e rotinas que aumentam a maturidade da operação e refletem diretamente na pontuação de governança. Conclusão A Veritas já assessorou dezenas de operações que conquistaram o Selo XP desde o início da campanha em 2022. Nosso trabalho vai além do diagnóstico: entregamos estrutura, metodologia e suporte contínuo em todas as etapas . Se seu escritório deseja se posicionar entre os melhores da rede XP, este é o momento de começar. Baixe o nosso eBook para entender a fundo o processo e, caso tenha dúvidas, nosso time de especialistas está disponível para te atender. #seloxp #selogovernancaintegridade #governancaintegridadexp #xp #xpinvestimentos #investimentos #assessordeinvestimentos #aai #valoresmobiliários #assessoriadeinvestimentos #mercadofinanceiro #corretora #governança #compliance #compliancecvm #cvm #cvm178 #assessor #ai
- Entenda tudo sobre Venture Capital e suas formas principais
Quando se trata de investir em empresas, a maioria pensa automaticamente no mercado de ações, mas há uma alternativa: o venture capital. Apesar das turbulências econômicas, esse mercado tem crescido consistentemente no Brasil, atraindo tanto empresas em busca de financiamento quanto investidores em busca de oportunidades. O venture capital é um tipo de investimento em empresas iniciantes, geralmente startups com pouco ou nenhum faturamento. Por isso, essas empresas precisam de um volume considerável de recursos, tornando esse tipo de investimento arriscado, mas potencialmente lucrativo no longo prazo. Para as empresas, o venture capital é uma forma de financiamento vital, especialmente para startups em setores emergentes como tecnologia. Esses investimentos ajudam as empresas a crescer e podem prepará-las para futuras transações, como abrir o capital na bolsa ou uma fusão. Existem duas formas principais de fazer investimentos em venture capital: o General Partner, onde todos os investidores têm igual participação nas decisões, e o Limited Partner, onde alguns investidores têm maior influência na gestão. É crucial definir claramente os papéis e responsabilidades de cada parte para garantir o sucesso do investimento. Além disso, é importante determinar em qual fase de desenvolvimento a empresa se encontra, seja inicial, de crescimento ou de aceleração. Para cada etapa, há diferentes atores e formas de capital disponíveis, como incubadoras e aceleradoras, que ajudam as empresas a crescer e alcançar seu potencial máximo. #investimentoemempresas #venturecapital #mercadofinanceiro #startups #financiamento #economia #crescimentoempresarial #inovação #empreendedorismo #desenvolvimentoeconômico #capitalderisco #assessoriafinanceira #investidores #negóciosemergentes
- Contrato “Built to Suit”: já ouviu falar?
Na atualidade, a inteligência jurídica, principalmente a imobiliária, precisa acompanhar as necessidades das relações negociais. O dinamismo da sociedade e o rápido crescimento do empreendedorismo no Brasil exigem que as ferramentas jurídicas formalizem de maneira prática tais necessidades. É o que aconteceu com a utilização do Contrato de Locação denominado Built to Suit (construído para servir). Essa modalidade de contratação foi implementada pela Lei nº 12.744/2012, porém tem sido mais utilizada nos últimos anos, geralmente em razão de que quando há a criação de uma nova modalidade contratual, existe certo receio de se utilizar o novo para gerenciamento dos negócios. Na Lei do Inquilinato, o Contrato Built to Suit foi acrescido pela criação do artigo 54-A, que dispõe o seguinte: “Na locação não residencial de imóvel urbano na qual o locador procede à prévia aquisição, construção ou substancial reforma, por si mesmo ou por terceiros, do imóvel então especificado pelo pretendente à locação, a fim de que seja a este locado por prazo determinado, prevalecerão as condições livremente pactuadas no contrato respectivo e as disposições procedimentais previstas nesta Lei.” O principal ponto desse contrato, de fato, é que as partes possuem liberdade negocial para determinar as condições de locação, construção, pagamentos, etc, ou seja, a intenção legislativa foi garantir uma forma de maior flexibilidade para que o contratante e o contratado pudessem definir critérios que não fossem barrados pela burocracia da lei. Mas como funciona na prática esse contrato? Resumidamente, podemos contextualizar o Built to Suit da seguinte forma: o locatário/contratante que busca ocupar um imóvel para executar suas atividades negocia com o locador/contratado para executar um projeto de construção e/ou reforma substancial do imóvel de sua propriedade (por si ou por terceiros), a fim de atender às suas necessidades específicas da atividade. Economicamente, em regra, o proprietário do imóvel (investidor) realiza a construção e/ou reforma do bem, e o locatário absorve os custos da obra nos pagamentos mensais, acrescido do aluguel e outros encargos que porventura sejam pactuados. Isso proporciona que o locatário diminua seus custos imobilizados, pois irá diluir o pagamento dos custos da obra em um contrato longo (geralmente o Contrato Built to Suit é formalizado por período de 10 a 20 anos), bem como se utilize da estrutura do imóvel para suas atividades de maneira mais célere do que se adquirisse um imóvel próprio e arcasse com os custos integrais de uma construção/reforma. Para o investidor (locador), este conseguirá maiores rendimentos do que apenas o aluguel, visto que ao mesmo tempo em que está investindo no imóvel para aperfeiçoá-lo, a sua rentabilidade será verificada também pelo retorno do capital investido, que será diluído ao longo do contrato e poderá ser livremente pactuado, ou seja, não se trata de mero aluguel ou ressarcimento das despesas de obra, mas efetivamente empreendimento de longo prazo. O Built to Suit, hoje, é uma importante ferramenta utilizada principalmente por empresas de médio e grande porte que necessitam de uma estrutura mais personalizada para desenvolver suas atividades e com maior flexibilidade de investimento, mas nada impede que o contrato seja aplicado a qualquer realidade empresarial, ressaltando-se apenas que o contrato não pode ser utilizado para fins residenciais. Se você gostou do nosso conteúdo e quiser saber mais sobre o Built to Suit, teremos o prazer de lhe ajudar. #empresa #imovel #contrato #builtdosuit #locacao #mercadoimobiliario #corretor #corretordeimoveis
- Participação da Veritas no Auroque Excellence
No mês de março, a Veritas esteve presente no Auroque Excellence , evento interno do escritório para reconhecer os assessores que se destacaram ao longo do ano. A cerimônia reforçou uma cultura que valoriza comprometimento e visão de longo prazo. Miguel Carpes, Rodolfo Al Alam, Anderson Timm e Conradho Pasetto no Auroque Excellence 2025. A Veritas foi convidada pela Auroque para estar presente nesse momento tão importante, resultado da parceria construída ao longo dos últimos anos. Tivemos a oportunidade de contribuir com a consolidação da estrutura do escritório, apoiando iniciativas estratégicas que reforçam sua governança, integridade e visão de longo prazo . Fomos recebidos com atenção e generosidade por toda a equipe da Auroque, em especial Conradho Pasetto e Miguel Carpes, sócios da operação. Estar presentes como convidados que participaram da jornada de estruturação do escritório, foi uma experiência marcante. Conradho Pasetto e Anderson Timm no Auroque Excellence 2025. Poder testemunhar de perto o reconhecimento de profissionais que atuam com seriedade e propósito reforçou aquilo em que acreditamos: quando a estrutura é bem pensada, os resultados aparecem e merecem ser celebrados. #auroque #assessoriadeinvestimentos #assessordeinvestimentos #compliance #acordodesocios #partnership #eventos #mercadofinanceiro #duediligence













