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  • Sócios do mercado financeiro em 2026: renda isenta continua relevante, mas consistência virou o novo ativo

    No mercado financeiro, a palavra isenção sempre teve um apelo perigoso. Ela dá a sensação de que o assunto está resolvido. Só que Imposto de Renda nunca foi só imposto devido. Ele é coerência documental e patrimonial. A Lei nº 15.270/2025  colocou holofote em lucros e dividendos, principalmente pela retenção na fonte acima do patamar mensal de R$ 50.000,00. A partir de 2026, a isenção de lucros e dividendos para pessoa física, embora ainda válida para valores abaixo do limite ou para distribuições com lastro e governança adequados, será vista com um escrutínio muito maior pela Receita Federal. A consistência entre o que é declarado e a realidade financeira do sócio e da empresa torna-se o novo ativo mais valioso, especialmente com a proximidade da declaração do IRPF 2026 , que exigirá essa prova documental. Isenção sob lupa: o que passa a pesar é consistência Mesmo quando não há retenção, existe um ponto inegociável. O sócio precisa provar que aquilo é o que ele diz que é. E, no partnership , quem dá essa prova é a contabilidade da empresa. A ausência de uma contabilidade robusta e atualizada , que demonstre a efetiva apuração do lucro e a formalização da sua distribuição , pode transformar uma renda isenta em um passivo tributário. A Receita Federal tem a capacidade de cruzar informações de diversas fontes, e qualquer divergência pode levar o sócio à malha fiscal, gerando a necessidade de comprovar a origem e a natureza dos rendimentos. Disponibilidade: o ponto que costuma abrir o problema O debate jurídico tem insistido na palavra-chave, disponibilidade . A lógica é simples. Se houve pagamento ou crédito, o fato econômico aconteceu. Não dá para tentar consertar com documento produzido depois, porque a trilha bancária e a trilha contábil ficam desalinhadas, e é exatamente aí que começam os problemas. Migalhas tem publicado textos bem objetivos nesse ponto, justamente porque muita estrutura está tentando se apoiar em formalidade sem aderência ao que ocorreu na prática. A distinção entre disponibilidade econômica (quando o recurso está efetivamente à disposição) e disponibilidade jurídica (quando o direito ao recebimento é formalizado) é fundamental. Sem a formalização prévia e o registro contábil adequado, a Receita pode d esconsiderar a natureza de distribuição de lucros, reclassificando-a e aplicando a tributação devida, além de multas e juros. 2026: menos glamour, mais controle Para assessorias e consultorias CVM, a estratégia de 2026 é menos glamour e mais controle. Conciliação financeira rígida, contabilidade fechando no tempo certo, relatório de distribuição por sócio e por PJ, e contrato social respeitado. Isso reduz malha e reduz conflito interno. Partnership   é confiança, e contabilidade é a prova. A implementação de processos de governança financeira, como balancetes mensais auditáveis e deliberações societárias formais para cada distribuição, não é apenas uma medida de compliance , mas um investimento na segurança jurídica e na transparência do negócio. A capacidade de apresentar uma trilha documental impecável é a melhor defesa contra questionamentos fiscais e a garantia de que a declaração do IRPF 2026 do sócio será um processo tranquilo e sem surpresas. #impostoderenda #irpf2026 #lucrosedividendos #isencao #receitafederal #malhafiscal #conformidadetributaria #compliancefiscal #riscofiscal #segurancajuridica #governancatributaria #governancacorporativa #trilhadocumental #rastreabilidade #lastrocontabil #balancetes #fechamentocontabil #distribuicaodelucros #lucrodistribuivel #retencaoirrf #irrf #partnership #partner #assessordeinvestimentos #consultoriacvm #mercadofinanceiro #controladoria #gestaofinanceira #cfo #legalstrategy #corporatelegal #veritas

  • Partnership e distribuição mensal em 2026: quando “lucro” vira risco tributário e risco societário

    O partnership  funciona quando é meritocrático e previsível . Só que previsibilidade não vem do discurso. Vem do rito. E aqui está a dor do mercado. Muita estrutura chama de distribuição de lucros aquilo que é antecipação de caixa sem lastro contábil fechado e sem deliberação societária redonda. Essa prática, comum em anos anteriores, torna-se insustentável e perigosa com a nova legislação, pois a Receita Federal está cada vez mais atenta à consistência entre o que é pago e o que é formalmente apurado como lucro. Previsibilidade nasce de rotina formal Em 2026, essa improvisação fica mais cara porque o gatilho ficou mais objetivo. Passou de R$ 50.000,00 no mês, por PJ e por beneficiário, existe retenção de 10% e todo o ambiente de reporte e cruzamento fica mais sensível. E quando a regra é objetiva, o fiscalismo é objetivo também. Não adianta criatividade em lançamento contábil depois do fato. A proximidade da declaração do IRPF 2026 , que se inicia em março, significa que qualquer inconsistência ou falta de lastro contábil para as distribuições realizadas em 2025 (e que serão declaradas em 2026) ou as que ocorrerão em 2026, será rapidamente identificada. O custo de uma retificação ou de uma autuação fiscal é exponencialmente maior do que o investimento em governança e conformidade agora. O erro tributário recorrente: faturamento e lucro distribuível Do ponto de vista tributário, o erro clássico é confundir faturamento com lucro distribuível. Escritórios de AAI são intensivos em repasses, ajustes, estornos, variações comerciais, custos de aquisição e contingências. Lucro é apuração. Distribuição é decisão. Se a decisão vira rotina sem balancete contábil confiável, você perde controle e expõe o sócio. A Receita Federal tem reforçado que a disponibilidade econômica do lucro deve ser comprovada por documentos contábeis idôneos. Sem isso, o que a empresa classifica como distribuição de lucro pode ser reclassificado como remuneração (pró-labore), sujeita à tabela progressiva do IR (até 27,5%) e à contribuição previdenciária , gerando um passivo tributário significativo para a PJ e para o sócio. No societário, contabilidade vira elemento de prova Do ponto de vista societário, é onde a casa pega fogo. Entrada e saída de partner , mudança de participação, alteração de critérios de produção e discussões internas sobre justiça do modelo. Nessa hora, a contabilidade deixa de ser compliance . Ela vira prova. A ausência de deliberações formais e de um contrato social que reflita a realidade das distribuições pode gerar litígios internos e externos , comprometendo a estabilidade e a reputação do escritório. A transparência e a formalização das políticas de distribuição são essenciais para manter a confiança e a coesão no partnership . Política de distribuição em padrão profissional A recomendação, falando de forma prática, é profissionalizar a política de distribuição. Balancete contábil mensal fechado , reserva para contingências, c ritério de lucro distribuível e deliberação formal alinhada ao contrato social. A lei nova não exige luxo. Ela exige organização. Essa organização não é apenas para cumprir a lei, mas para proteger o patrimônio dos sócios e a saúde financeira do escritório. A antecipação e a revisão desses processos agora, antes do início da temporada de declaração do IRPF 2026 , são cruciais para evitar dores de cabeça futuras e garantir que o partnership   continue sendo um modelo de sucesso e previsibilidade. #partnership #partner #assessordeinvestimentos #consultoriacvm #mercadofinanceiro #governanca #governancacorporativa #governancatributaria #compliance #compliancefiscal #conformidadetributaria #riscofiscal #segurancajuridica #receitafederal #irpf2026 #impostoderenda #informedrendimentos #lucrodistribuivel #distribuicaodelucros #prolabore #retencaoirrf #irrf #malhafiscal #passivotributario #balancete #fechamentocontabil #lastrocontabil

  • Informes de rendimentos e malha fina: por que contabilidade real deixou de ser opcional no partnership

    Durante anos, a discussão sobre lucro no partnership  ficou presa naquela pergunta simplista: está isento ou não está? Só que hoje o risco não está só na alíquota. Está na consistência. A Receita Federal cruza informação e cobra coerência, principalmente quando existe alta movimentação. Com a proximidade da temporada de declaração do IRPF 2026, que se inicia em março, a necessidade de uma contabilidade real e transparente torna-se um imperativo, e não mais uma opção. O que mudou: o tema entrou no universo de conformidade E aqui entra o que mudou operacionalmente. A Receita Federal publicou orientação específica sobre procedimentos, obrigações acessórias e prazos do IRRF sobre lucros e dividendos, amarrando o tema ao universo de conformidade. Isso coloca pressão imediata na qualidade do fechamento contábil e na forma como a empresa reporta pagamentos a sócios. A partir de 2026, cada decisão financeira mensal, cada distribuição de lucro, cada pró-labore  ou reembolso , precisa ser meticulosamente registrada e justificada , pois será a base para o informe de rendimentos que o sócio utilizará em sua declaração. O informe passa a ser consequência do mês a mês No partnership , isso muda a rotina do escritório e muda o risco do sócio. O informe de rendimentos deixa de ser aquele PDF feito no fim de fevereiro só para cumprir obrigação. Ele vira a consequência de decisões mensais. Pró-labore , reembolso, adiantamento, distribuição, devolução de capital, mútuo. Se o financeiro paga e a contabilidade não acompanha com o mesmo nível de precisão, o informe sai errado, e o erro vai direto para a declaração do sócio. Malha fina, exigência de documentos, retificação, desgaste. Em escritório de investimentos, isso vira ruído interno e ruído com o partner . A falta de sincronia entre o financeiro e a contabilidade pode gerar um efeito cascata, onde um erro na origem se amplifica na declaração do IRPF , resultando em questionamentos da Receita Federal e, em última instância, em p rejuízos financeiros e de imagem para todos os envolvidos. O problema quase nunca é um número isolado Outro ponto típico do mercado financeiro é que o sócio quase nunca tem uma vida tributária simples. Além do partnership , tem corretora, banco, renda fixa, fundos, bolsa, previdência, e por vezes produtos com tributação específica. O que derruba o contribuinte, na prática, não é um único número. É a divergência entre evolução patrimonial, movimentação financeira e renda declarada. E a empresa precisa ser o elo mais forte do processo. A responsabilidade do escritório em fornecer informações precisas e consistentes é amplificada, pois ele atua como um guardião da conformidade tributária de seus partners . Um informe de rendimentos bem elaborado e com lastro documental robusto é a primeira linha de defesa contra a malha fiscal. O novo básico do partnership: trilha completa e defensável Em 2026, eu colocaria isso na parede do escritório: Tudo que sai para sócio precisa ter nome, documento e lastro.  Isso significa que cada transação deve ser rastreável, justificável e devidamente registrada. A antecipação na organização e a revisão constante dos processos internos são as chaves para garantir que a declaração do IRPF 2026 seja um reflexo fiel da realidade financeira, evitando surpresas e protegendo o partner  e o escritório de eventuais problemas com o fisco. #partnership #governança #planejamentoestratégico #retençãodetalentos #gestãodepessoas #consultoriaempresarial #mercadofinanceiro #consultoriacvm #estruturasocietária #acordodesócios #benchimol

  • Benchimol: “Com o partnership, quem fica no topo da pirâmide são as pessoas mais alinhadas e mais competentes para o momento da empresa”

    Nos últimos anos, o modelo de Partnership  tem ganhado destaque como uma estratégia eficiente para alinhar interesses, reter talentos e estruturar a sucessão em empresas de diferentes portes. Ao transformar colaboradores estratégicos em sócios, o escritório reconhece diretamente o valor de quem contribui para crescimento, captação de clientes e geração de receita. Foto: Infomoney Não à toa, Guilherme Benchimol, fundador da XP, resume a importância desse modelo ao afirmar: “Com o partnership, quem fica no topo da pirâmide são as pessoas mais alinhadas e mais competentes para o momento da empresa.” Esse pensamento reforça a essência do Partnership: colocar no centro da gestão aqueles que realmente movem a empresa adiante, garantindo engajamento, continuidade e competitividade de longo prazo. O que é o Partnership? O Partnership permite que profissionais estratégicos se tornem sócios ao longo do tempo, reconhecendo o valor gerado por quem contribui diretamente com crescimento, captação de clientes e geração de receita. Esse modelo oferece ao colaborador não apenas remuneração variável, mas também participação societária, alinhando esforços individuais com os objetivos de longo prazo da empresa. Na prática, sócios costumam iniciar com pequenas quotas: por exemplo, 0,01% da sociedade, que vão aumentando à medida que atingem métricas e objetivos pré-estabelecidos. Isso transforma desempenho em patrimônio. Por que adotar um Partnership? Nem toda empresa precisa de um programa de Partnership, mas sua implementação pode ser decisiva quando há necessidades estratégicas, como: Oferecer plano de carreira com visão de sociedade: Atrair e reter profissionais de alta performance exige uma trilha clara de evolução. A perspectiva de se tornar sócio é um diferencial competitivo no mercado de investimentos. Reter e motivar profissionais estratégicos: Ao oferecer participação societária para quem traz resultados (base, receita, carteira), a empresa garante engajamento no longo prazo e reduz a rotatividade de talentos. Planejar sucessões na liderança com previsibilidade: A formação de sócios possibilita transições estruturadas de liderança, sem rupturas que comprometam clientes, receitas ou relacionamentos com parceiros. Como implementar um Partnership? A implementação de um Partnership exige segurança jurídica e clareza na comunicação. Alguns pontos fundamentais: Previsão no Acordo de Sócios: O programa deve estar previsto no acordo, centralizando assinaturas e regras, o que gera atratividade e segurança para quem entra na sociedade. Flexibilidade com estabilidade: O Acordo de Sócios deve trazer a possibilidade do Partnership, mas a política em si pode ser um anexo, permitindo ajustes sem comprometer a estabilidade do contrato principal. Assim, métricas podem ser adaptadas conforme os objetivos estratégicos. Proteção trabalhista e societária: Um programa de Partnership não configura vínculo empregatício. Ele é reconhecido como um modelo de organização empresarial, prevenindo passivos trabalhistas que poderiam surgir em regimes de CLT. Conclusão Ao adotar o Partnership, a empresa garante que as pessoas no topo da pirâmide não apenas ocupem cargos de liderança, mas sejam as mais alinhadas, engajadas e competentes para o momento do negócio , como destacou Benchimol. Mais do que uma tendência, o Partnership é um instrumento de crescimento sustentável, sucessão planejada e valorização de talentos estratégicos , que transforma profissionais em verdadeiros sócios do futuro. A Veritas  pode te ajudar a estruturar um programa de Partnership sólido, alinhado às necessidades do seu escritório e com segurança para sustentar o crescimento de longo prazo. Entre contato com um de nossos especialistas para saber mais ou baixe nosso eBook sobre Acordo de Sócios. #partnership #governança #planejamentoestratégico #retençãodetalentos #gestãodepessoas #consultoriaempresarial #mercadofinanceiro #consultoriacvm #estruturasocietária #acordodesócios #benchimol

  • Declaração do IRPF 2026 para partners e investidores: como reduzir erro e evitar retrabalho

    Imposto de Renda não pune só quem sonega. Ele pune quem declara mal. No universo de partners  de AAI e consultorias CVM, isso é comum porque a vida tributária não é linear. Tem distribuição, pró-labore , investimentos, rendimentos tributados exclusivamente, variação patrimonial, múltiplas fontes pagadoras. A chance de errar por desorganização é enorme. Com a chegada iminente da temporada de declaração do IRPF 2026 , que se inicia em março, a necessidade de uma abordagem processual e organizada para a declaração torna-se mais crítica do que nunca. A complexidade das operações no mercado financeiro exige que cada detalhe seja tratado com o máximo rigor para evitar inconsistências que possam levar a questionamentos do fisco. IRPF 2026 precisa ser tratado como processo Por isso, IRPF 2026 precisa ser tratado como processo. Esse processo começa com documento certo, no prazo certo. E, para quem é do mercado financeiro, o primeiro filtro não é holerite, é informe. Informe de corretora e banco, informe de fundos, e o informe da própria PJ do partnership , quando existe pró-labore , distribuição e outros créditos ao sócio. A regra prática é objetiva: os comprovantes e informes do ano anterior devem estar disponíveis até o último dia útil de fevereiro. Em 2026, esse marco cai em 27 de fevereiro . Quem chega em março sem esse pacote fechado, acaba declarando por aproximação, e aí o ajuste vem depois na forma de retificação, exigência e retrabalho. A antecipação na coleta e conferência desses informes é fundamental . Qualquer atraso ou erro na obtenção desses documentos pode comprometer todo o processo de declaração do sócio, gerando estresse desnecessário e, potencialmente, multas por atraso na entrega ou por informações incorretas. A Veritas recomenda que os escritórios estabeleçam um cronograma interno rigoroso para a solicitação e verificação desses informes, garantindo que os partners  tenham tempo hábil para analisar e consolidar suas informações antes do prazo final. Use a pré-preenchida, mas com mentalidade profissional Depois vem um segundo ponto que eu recomendo para praticamente todo sócio do mercado financeiro. Use a pré-preenchida, mas use com mentalidade profissional. Ela ajuda a reduzir omissão e erro de digitação, mas não valida a origem. Se a fonte pagadora informou errado, você replica o erro. Então a regra é simples. Pré-preenchida serve para ganhar tempo, não para dispensar conferência. Apesar de ser uma ferramenta que agiliza o preenchimento, a declaração pré-preenchida não substitui a responsabilidade do contribuinte em verificar a exatidão dos dados . É comum que fontes pagadoras reportem informações com pequenos erros ou que não reflitam a totalidade das operações do sócio. Uma conferência minuciosa, comparando os dados da pré-preenchida com os informes de rendimentos e extratos bancários , é indispensável para evitar que erros de terceiros se tornem problemas do declarante. O ponto mais sensível no partnership: PJ e PF precisam conversar E aí entra o que é crucial no partnership . O que é lucro na empresa precisa coincidir com o que aparece na declaração da pessoa física. Se a empresa chama de distribuição o que não tem lastro contábil, o sócio leva o problema para a declaração e descobre isso quando a Receita pergunta. A orientação da Receita sobre procedimentos de IRRF e obrigações deixa claro que a execução está no radar. Então o básico bem feito é o diferencial. A nova Lei nº 15.270/2025 intensifica a fiscalização sobre a origem e a natureza dos rendimentos distribuídos . A falta de balancetes contábeis mensais que comprovem a existência de lucro a ser distribuído, ou a ausência de deliberações societárias formais , pode levar a Receita Federal a descaracterizar a distribuição de lucros , reclassificando-a como remuneração e aplicando a tributação devida, além de multas . Essa inconsistência entre a contabilidade da PJ e a declaração da PF é um dos principais gatilhos para a malha fiscal . O que realmente reduz erro (e quase ninguém faz com disciplina) Na prática, o que reduz erro é simples e quase ninguém faz com disciplina. Consolida rendimentos por fonte ainda em fevereiro. Confere evolução patrimonial e bens. Revisa natureza de pagamentos do partnership . Confere informes de corretoras e bancos. E exige do escritório trilha documental do que foi pago e por quê. Declaração não é lugar para arrumar o ano. Declaração é lugar para refletir o ano com precisão. A Veritas enfatiza que a proatividade na organização documental e a r evisão constante dos processos internos são as melhores estratégias para partners  e investidores. A declaração do IRPF 2026 deve ser vista como o culminar de um ano de gestão financeira e contábil diligente , e não como um evento isolado de última hora. Um dossiê completo e bem organizado, com todos os comprovantes e justificativas, é a garantia de uma declaração tranquila e a melhor defesa contra qualquer questionamento do fisco. #irpf2026 #impostoderenda #declaracaoirpf #malhafiscal #receitafederal #conformidadetributaria #compliancefiscal #riscofiscal #segurancajuridica #distribuicaodelucros #prolabore #fontespagadoras #informederendimentos #extratobancario #corretoras #fundosdeinvestimento #patrimonio #variacaopatrimonial #partner #partnership #assessordeinvestimentos #consultoriacvm #governancacorporativa #controladoria #gestaofinanceira #cfo #legalstrategy #corporatelegal #veritas

  • TRF-3 afasta adicional de 10% para empresas do lucro presumido: o que está em jogo para IRPJ e CSLL em 2026

    Uma decisão recente do   Tribunal Regional Federal da 3ª Região (TRF-3)   reacendeu um debate que vem mobilizando empresas de serviços e entidades de classe: a   validade do adicional de 10%   aplicado sobre os percentuais de presunção do   IRPJ   e da   CSLL   no   lucro presumido , para empresas com faturamento anual de até R$ 78 milhões. Na prática, o tema é sensível porque envolve   aumento de carga tributária , efeito direto em   fluxo de caixa   e uma discussão jurídica sobre   legalidade, isonomia e capacidade contributiva   com desdobramentos já chegando ao   STF . O que mudou com a LC 224/2025 A controvérsia nasce a partir da   Lei Complementar nº 224/2025 , que, entre outras medidas, passou a tratar o lucro presumido como se fosse um tipo de “benefício” para fins de ajuste,   instituindo um adicional de 10%   nos percentuais de presunção do IRPJ e da CSLL   para a parcela da receita que exceder R$ 5 milhões no ano-calendário . O ponto mais contestado por contribuintes e tributaristas é que o lucro presumido não seria um “incentivo fiscal” propriamente dito, mas sim   um método legal de apuração   previsto no ordenamento. Por essa leitura, majorar a presunção apenas por “tamanho de faturamento” poderia gerar tributação descolada da   lucratividade real   da empresa, em cenários de margens apertadas, até significar imposto alto mesmo com resultados fracos. A Receita Federal e a apuração “trimestral”: por que isso elevou a tensão Além da LC 224/2025, a Receita Federal editou norma regulamentando a operacionalização do adicional, e parte do mercado passou a discutir se a forma adotada implicaria   antecipação do imposto   ao longo do ano, com reflexo imediato no caixa. Independentemente da tese jurídica final, esse é um elemento prático importante: quando o recolhimento se torna mais “frequente” ou mais “imediato”, a discussão deixa de ser apenas conceitual e vira tema de   planejamento financeiro . O que o TRF-3 decidiu e qual foi a lógica Segundo relatos públicos sobre o caso, o TRF-3 afastou a incidência do adicional no contexto analisado, acolhendo argumentos de que a majoração   não poderia ser aplicada   da forma prevista, por tensionar o   princípio da legalidade   e por tratar o lucro presumido como “benefício fiscal” quando ele seria uma   opção legal de regime . Em decisões dessa natureza, o núcleo do debate costuma girar em torno de três pontos: Natureza do lucro presumido : se é “benefício” ou “método de apuração”. Critério exclusivamente baseado em faturamento : se faturar mais significa necessariamente lucrar mais (e se isso foi demonstrado). Efeitos imediatos no caixa : sobretudo quando a regra surge sem janela clara de adaptação operacional. Importante: a decisão   não encerra o tema . Ela é um capítulo relevante, mas o contencioso está em formação e pode evoluir de formas diferentes a depender do caso, da turma julgadora e, sobretudo, do que o STF vier a fixar. O tema já chegou ao STF: ADI 7936 O debate chegou ao Supremo por meio da   ADI 7936 , distribuída ao   ministro Luiz Fux , proposta pela   Confederação Nacional de Serviços (CNS) . A ação contesta a LC 224/2025 sob argumentos como violação a princípios constitucionais (ex.: isonomia, segurança jurídica e capacidade contributiva). O fato de haver ADI em curso é relevante por dois motivos: Pode haver  uniformização nacional  do entendimento, diminuindo a insegurança jurídica. Dependendo do que o STF decidir (inclusive sobre eventual cautelar), os efeitos podem ser  amplos . O que isso significa, na prática, para empresas no lucro presumido Mesmo para quem não está no centro do litígio, existem impactos concretos que vale acompanhar: Risco de variação de carga : dependendo do faturamento e da margem, o adicional pode alterar significativamente o total devido. Pressão no fluxo de caixa : especialmente se a apuração tiver efeitos ao longo do ano (e não apenas no ajuste anual). Insegurança para precificação/contratos : prestadores de serviço com contratos de longo prazo podem ter dificuldade de repassar custos. Aumento de judicialização : empresas podem buscar medidas próprias, e o “mapa” de decisões tende a ficar heterogêneo até o STF pacificar. Cuidados recomendáveis (sem “receita pronta”) Como esse assunto mistura regra nova, regulamentação e disputa constitucional, o caminho prudente costuma ser: Mapear exposição : faturamento anual, projeção de excedente, impacto no IRPJ/CSLL e efeito no caixa. Revisar governança fiscal : se a empresa estiver perto dos thresholds, pequenas variações de receita podem mudar o tratamento. Acompanhar o STF : uma decisão na ADI pode reorganizar tudo rapidamente. Tratar caso a caso : medidas judiciais e estratégias dependem do perfil do contribuinte e do risco aceito (aqui vale suporte jurídico/contábil especializado). Conclusão A decisão do TRF-3 reforça que a discussão sobre o   adicional de 10% no lucro presumido   ainda está longe de um desfecho definitivo. Com a LC 224/2025, normas infralegais e uma   ADI em curso no STF , o cenário combina impacto econômico com  debate constitucional, isso se traduz, na prática, em   risco fiscal, variação de carga tributária e necessidade de controle de caixa   para empresas que operam no lucro presumido. O ponto central é simples:   sem análise técnica e acompanhamento constante, empresas podem ser pegas de surpresa por mudanças de entendimento, decisões judiciais e ajustes de regulamentação, com reflexos diretos em planejamento e previsibilidade financeira. Se a sua empresa está no lucro presumido (ou próxima do limite que aciona o adicional), este é o momento de revisar cenários, mapear exposição e organizar sua governança tributária.  A Veritas atua como parceira estratégica nesse processo, conectando   análise tributária, gestão financeira e conformidade , para que sua empresa tome decisões com base em números, risco e segurança jurídica, não apenas em suposições. Fale com um especialista da Veritas   e receba uma avaliação objetiva do impacto do adicional no seu caso, com recomendações práticas para proteger o caixa e reduzir riscos fiscais em 2026. #direitotributario #tributario #planejamentotributario #contenciosotributario #consultoriatributaria #gestaotributaria #governancatributaria #compliancefiscal #riscofiscal #segurancajuridica #stf #adi #lucropresumido #irpj #csll #receitafederal #leiscomplementares #reformatributaria #empresasdeservicos #cns #fluxodecaixa #gestaofinanceira #controladoria #cfo #precificacao #contratos #legalstrategy #corporatelegal #governancacorporativa #tributacaodeempresas #veritas

  • Mercado de consultores de investimentos vive maior ciclo de expansão e cresce 28%

    O mercado de   consultoria de investimentos   entrou no maior ciclo de expansão dos últimos anos. Em 2025, foram   663 novos consultores PF , um avanço de   28% , segundo dados públicos da   CVM   analisados no   Report Consolidado do Mercado Financeiro (Veritas) , levantamento que também foi tema de matéria na InfoMoney. E o ponto aqui não é “só” crescimento. É   mudança de fase . 1) O 28% é o sintoma. A transformação é o modelo. A consultoria cresce porque está cada vez mais conectada a três pilares que o investidor valoriza: planejamento financeiro  como eixo da relação, remuneração por fee fixo  (previsibilidade e alinhamento), decisão orientada ao longo prazo , e não ao produto. Isso muda o jogo, porque eleva a consultoria de “alternativa” para   núcleo do wealth . 2) O salto histórico mostra que não é um fenômeno passageiro Até 2016, o Brasil tinha cerca de   200 consultores PF . Em 2025, o mercado adicionou   663 novos profissionais em um ano . Ou seja: o crescimento não está vindo do nada. Ele vem da consolidação de um modelo que ganhou tração e passou a ser entendido como   uma evolução natural da maturidade do investidor . 3) O “escritório” de consultoria virou protagonista Do lado PJ, o avanço acompanha a mesma lógica: em 2025, foram   162 novas consultorias PJ   (+ 27% ), chegando a   492 escritórios   no total. E o recorte mais forte: depois de décadas com menos de 30 novos registros/ano, a partir de   2019   o patamar muda e passa a ficar   acima de 160 novos registros por ano . Isso é o que eu chamo de mercado entrando em fase de   profissionalização e escala . 4) O contraste com assessorias ajuda a entender o momento Enquanto consultorias aceleram, os dados mostram sinais de   maturação   nas assessorias: 3.508 novos assessores PF  em 2025 ( -6,2%  vs. 2024), total de  26.830 ativos . 168 novas assessorias PJ  ( -26,6% ), total de  1.426 escritórios . A leitura aqui não é “queda = problema”. É o mercado ficando mais seletivo: abrir e sustentar operação exige   capitalização, governança e clareza de modelo . 5) Regulação acelera transparência e empurra o setor para o híbrido Com   CVM 178 e 179 , a tendência é de   mais transparência   e de modelos cada vez mais   híbridos , combinando consultoria e assessoria de forma organizada e aderente ao perfil do cliente. E isso, no fim, fortalece o que realmente importa:   qualidade de serviço e alinhamento com o investidor . Minha conclusão (e o convite) O Brasil já tem cerca de   59 milhões de investidores   e   R$ 7,9 trilhões   aplicados. Esse mercado vai continuar crescendo, mas a disputa vai ser por   modelo, posicionamento e execução . Se você quer enxergar esse ciclo com profundidade (série histórica, recortes por PF/PJ, evolução e leituras práticas), eu deixei o link para baixar o   Report Consolidado do Mercado Financeiro (Veritas) . #consultoriadeinvestimentos #wealthmanagement #planejamentofinanceiro #mercadodecapitais #cvm #governanca #compliance #modelofeebased #feeonly #investimentos #gestaodepatrimonio #familyoffice #financialplanning #mercadofinanceiro #estrategiaempresarial

  • Blue3 anuncia nova aquisição e chega a 50 bilhões sob custódia

    O mercado de investimentos no Brasil segue em um ciclo claro de consolidação, e a mais recente movimentação da Blue3 reforça essa tendência. A companhia anunciou a aquisição da All Investimentos, escritório ligado à XP com presença relevante em diferentes regiões do país, elevando o grupo à marca de   R$ 50 bilhões sob assessoria . Mais do que um movimento isolado, essa operação reforça um padrão que vem se consolidando no mercado: crescimento acelerado via M&A como estratégia central para ganho de escala, diversificação de canais e fortalecimento competitivo. O movimento: mais uma peça no plano de expansão Com a aquisição da All Investimentos, a Blue3 incorpora: cerca de  R$ 3,5 bilhões em ativos aproximadamente  4.300 clientes um time sênior com  69 assessores  e especialistas em áreas estratégicas A transação acontece poucos dias após a compra da Squad Capital, reforçando um ritmo intenso de expansão. O objetivo declarado do grupo é alcançar   R$ 100 bilhões sob custódia nos próximos anos , sustentando crescimento via aquisições e expansão orgânica. Esse tipo de movimento mostra como o mercado brasileiro está amadurecendo: escala passa a ser um diferencial competitivo relevante, principalmente em um cenário de maior exigência regulatória, busca por eficiência operacional e pressão por margens. Histórico recente de aquisições da Blue3 Observando o ciclo recente, a Blue3 vem construindo crescimento por consolidação: Aquisições anteriores como Únimo Investimentos e CMS Invest (movimentos já divulgados em ciclos anteriores do mercado). Integrações estratégicas ao longo de 2024 e 2025, consolidando presença nacional. Compra recente da Squad Capital. Agora, a aquisição da All Investimentos, que leva o grupo ao marco de R$ 50 bi sob assessoria. O padrão é claro: aquisições complementares, geograficamente estratégicas e com times experientes. M&A no mercado financeiro em 2026: o que estamos vendo Se 2024 e 2025 marcaram o início de uma nova onda de consolidação, 2026 começa mostrando aceleração. Algumas leituras importantes: 1️⃣ Escala deixou de ser opcional Com custos crescentes em tecnologia, compliance e estrutura operacional, escritórios menores passam a buscar grupos maiores como forma de ganhar competitividade. 2️⃣ Expansão geográfica virou prioridade Aquisições regionais permitem crescimento rápido sem depender apenas de expansão orgânica, exatamente o que vemos nesse movimento da Blue3. 3️⃣ Diversificação de receita A estratégia declarada do grupo aponta para verticais como consultoria, planejamento financeiro e atuação internacional. Isso sinaliza uma mudança importante: os grandes players querem reduzir dependência do modelo tradicional de assessoria. 4️⃣ Consolidação como resposta à profissionalização do mercado Governança, compliance e estrutura societária passaram a ser fatores decisivos tanto para compradores quanto para empresas que desejam ser adquiridas. O que esse movimento sinaliza para o mercado O M&A deixou de ser apenas uma estratégia de crescimento e passou a ser uma ferramenta de sobrevivência e posicionamento estratégico. Para escritórios independentes, três reflexões se tornam inevitáveis: Estar preparado para crescer sozinho ou para ser adquirido. Ter governança e estrutura capazes de suportar due diligence. Construir diferenciais reais além da distribuição de produtos. Conclusão O movimento da Blue3 funciona como um termômetro do mercado de 2026. Estamos entrando em uma fase em que: escala importa mais; eficiência operacional passa a ser decisiva; e o M&A se consolida como uma das principais vias de crescimento para escritórios de investimentos no Brasil. A pergunta que fica para o mercado é simples: Os escritórios estão se preparando para serem protagonistas dessa consolidação ou apenas espectadores dela? #mercadofinanceiro #fusoesEAquisicoes #assessoriadeinvestimentos #consultoriadeinvestimentos #wealthmanagement #governanca #compliance #estrategia #consolidacao #investimentos

  • ANBIMA flexibiliza regra de transição das novas certificações CPA/C-Pros

    A ANBIMA anunciou uma flexibilização relevante nas regras de transição para o novo modelo de certificações. A partir de   9 de março de 2026 , profissionais que estão no processo de migração da   CPA-10   ou   CPA-20   poderão   se inscrever nos exames das certificações C-Pro   mesmo   sem ter concluído integralmente   todas as etapas formais da transição. Essa atualização tem impacto direto na dinâmica de carreira de quem atua (ou pretende atuar) em   escritórios de assessoria e consultoria de investimentos , especialmente em um ano em que muitas instituições estão ajustando estruturas, trilhas internas de qualificação e requisitos de credenciamento. O que mudou, na prática Pelo comunicado, a ANBIMA estabeleceu que,   a partir de 09/03/2026 , pessoas certificadas em transição: da CPA-10 para a CPA  poderão fazer a prova das novas certificações  C-Pro R  e  C-Pro I   antes  de concluir todo o processo de transição; da CPA-20  (em transição para  CPA e C-Pro R ) também poderão se inscrever na prova de  C-Pro I  sem finalizar previamente todas as etapas. Em resumo:   o exame da C-Pro deixa de ficar “travado” pela conclusão prévia de toda a transição , o que dá mais flexibilidade para quem precisa comprovar uma nova certificação ainda em 2026. Por que a ANBIMA fez essa flexibilização A justificativa apresentada é objetiva: a medida foi adotada para   não impactar a carreira   dos profissionais que precisam obter uma nova certificação   ainda este ano , e também para não prejudicar   as instituições   que precisam se adequar às regras e procedimentos das certificações. Na prática, é uma resposta regulatória ao mundo real: existem prazos internos, políticas de certificação por função e exigências de estrutura que não podem “parar” enquanto a transição acontece. Como era a regra antes (e o que deixa de ser obrigatório “antes da prova”) Pelas regras do período de transição, profissionais com   CPA-10 ou CPA-20   precisariam, antes de agendar prova de C-Pro,   (i)   concluir as   microcertificações obrigatórias   no   ANBIMA Edu   e   (ii)   pagar a   atualização anual   para concluir a transição. Só então seria possível avançar para o exame de   C-Pro R   ou   C-Pro I . Com a flexibilização, o “antes” muda:   agora é possível agendar a prova da C-Pro mesmo sem concluir a transição , desde 09/03/2026. Importante: isso  não elimina  as obrigações do processo de transição. Apenas muda a  ordem  (você pode fazer a prova antes, mas ainda precisa concluir o pacote completo dentro do prazo final). O prazo final continua: atenção ao fim de 2026 A ANBIMA foi clara:   todas as pessoas certificadas   deverão concluir as microcertificações no ANBIMA Edu e pagar a atualização anual   até o fim de 2026 . E o ponto mais sensível:   se a transição não for concluída até essa data , as certificações podem ser   canceladas , porque profissionais C-Pros precisam manter uma   CPA ativa . Ou seja: a flexibilização facilita o curto prazo (carreira e adequação institucional), mas o   dever de casa permanece , e com consequência objetiva se não for cumprido. Recomendações práticas (sem complicar) Planeje a prova a partir de 09/03/2026 , se você precisa da C-Pro ainda neste ano. Não confunda “poder fazer a prova” com “transição concluída” : a conclusão das microcertificações e o pagamento da atualização anual seguem obrigatórios até o fim de 2026. Mantenha seu cadastro no ANBIMA Edu atualizado , porque os comunicados e lembretes serão enviados ao longo de 2026 por e-mail e pela própria plataforma. Créditos:   conteúdo baseado em comunicado oficial da   ANBIMA   (25/02/2026). #ANBIMA #CertificacoesANBIMA #CPAC #CPros #CPA10 #CPA20 #MercadoFinanceiro #AssessoriaDeInvestimentos #ConsultoriaDeInvestimentos #WealthManagement #PrivateBanking #PlanejamentoFinanceiro #Suitability #Compliance #Governanca #Regulatorio #GestaoDeRiscos #KYC #PLD #OnboardingDigital #CarreiraNoMercadoFinanceiro #FormacaoProfissional #EducacaoContinuada #EscritoriosDeInvestimentos #XPInvestimentos #BTGPactual #ItauPersonnalite #SantanderPrivate

  • O que os dados de cancelamentos de inscrição de PJs de Assessoria e Consultorias de investimentos revela sobre o mercado

    Quando olhamos apenas para “cancelamentos”, é fácil cair numa leitura apressada: “o mercado está encolhendo”. Mas, quando cruzamos entradas e saídas ao longo do tempo, os cancelamentos passam a contar outra história, a história de ciclos, seleção natural e amadurecimento. No   Report Consolidado do Mercado Financeiro , material produzido pela   Veritas , reunimos esses recortes justamente para responder uma pergunta prática:   o que o movimento de desligamentos revela sobre a maturidade (e a sobrevivência) de cada modelo? 1) Assessoria PF: cancelamentos como efeito do próprio crescimento Fonte: Report Consolidado - Veritas Consultoria Empresarial No segmento de   assessoria pessoa física , existe um paralelo claro entre o aumento de   novos registros   e o crescimento dos   cancelamentos   alguns anos depois. Até aproximadamente  2016 , os dois movimentos eram baixos e estáveis. A partir de  2018 , com a aceleração forte dos pedidos de registro, saindo da casa de  ~1.200/ano  para picos acima de  5.000/ano entre 2020 e 2022 , os cancelamentos passam a crescer de forma consistente  com atraso . O que isso indica? Um processo natural de   “depuração” : quando há entrada massiva, parte dessa base não se sustenta no médio prazo. E isso não significa crise estrutural; significa   fase mais seletiva . O mercado passa a filtrar quem consegue manter carteira, operar com consistência e atender às exigências do ecossistema. 2) Assessoria PJ: o “teste de mercado” aparece com precisão Fonte: Report Consolidado - Veritas Consultoria Empresarial Na   assessoria PJ , o dado fica ainda mais didático: os picos de cancelamento tendem a surgir   dois a três anos   após os ciclos de maior abertura. O gráfico mostra um exemplo forte: pico de  novos registros em 2009 (408 novas PJ) seguido por pico de  cancelamentos em 2012 (625 desligamentos) Esse intervalo reforça a lógica do   teste de mercado : muitos escritórios abertos em ciclos de expansão não sobrevivem ao “meio do caminho”, estrutura, governança, modelo comercial e gestão operacional começam a pesar. Depois do pico, há   normalização : os cancelamentos recuam e se estabilizam na faixa de   120 a 200 por ano   ao longo da última década, sinalizando um   amadurecimento estrutural   do segmento. Outro ponto-chave está nos   motivos : predominância de  cancelamento a pedido (2.390 casos) depois  cancelamento a ofício (436)  e  extinção (292) Ou seja: o encerramento das PJ’s é majoritariamente   decisão dos sócios , muito mais ligado a estratégia, consolidação, fusões e reorganizações do que a “punições regulatórias”. 3) Consultoria PF: maturidade medida por proporção Fonte: Report Consolidado - Veritas Consultoria Empresarial Na   consultoria pessoa física , a leitura conjunta é ainda mais relevante: mesmo com cancelamentos crescendo em números absolutos, eles vêm   caindo proporcionalmente   em relação aos novos registros. 2024:  ~192 cancelamentos / ~524 registros ≈  37% 2025:  ~195 cancelamentos / ~663 registros ≈  29% Isso representa uma queda de aproximadamente   8 p.p.   na relação cancelamentos/entradas em um ano. Na prática, é um sinal de maturidade:   mais gente que entra consegue permanecer ativa por mais tempo , sugerindo melhor preparação, maior aderência ao modelo e consolidação do posicionamento de consultoria no Brasil. 4) Consultoria PJ: crescimento sem “evasão desproporcional” Fonte: Report Consoldidado - Veritas Consultoria Empresarial Já na   consultoria PJ , o crescimento da base também não vem acompanhado de uma escalada fora de controle nas saídas. Mesmo quando os cancelamentos sobem em termos absolutos, continuam em patamar   compatível   com o ritmo de entrada. O ponto mais importante é o mesmo observado em outros recortes: a maior parte das saídas ocorre por   iniciativa dos próprios escritórios , sugerindo ajustes de estratégia e reorganizações planejadas, e não um aumento expressivo de falhas sistêmicas. O que esses dados revelam, no fim das contas? Os cancelamentos, quando analisados com contexto, mostram três coisas: Ciclos de expansão geram ciclos de seleção.  Crescimento forte hoje costuma trazer desligamentos amanhã. Maturidade aparece na proporção, não só no volume.  Quando a taxa de saída cai frente às entradas, o modelo está se consolidando. Para PJs, longevidade é uma escolha de estrutura.  A maioria dos encerramentos é decisão estratégica dos sócios, o que torna “como o escritório é construído” tão relevante quanto “quanto ele vende”. E aqui entra um ponto decisivo:   especialmente para as PJs , ter um   parceiro estratégico   ao lado aumenta a longevidade do escritório no mercado. Não por “consultoria genérica”, mas por apoiar o que sustenta a operação no tempo:   governança, desenho societário, rituais de gestão, processos comerciais, compliance, indicadores, documentação e previsibilidade . Escritórios que tratam isso cedo tendem a atravessar o ciclo de depuração sem virar estatística. Quer ver os gráficos e os recortes completos? Esses dados e comparações fazem parte do   Report Consolidado do Mercado Financeiro , um material produzido pela   Veritas   para apoiar decisões com base em evidência, e não em percepção. Se a sua tese é crescer com consistência (ou estruturar a casa para durar), o Report ajuda a enxergar o “jogo de longo prazo” do mercado. #MercadoFinanceiro #EscritoriosDeInvestimentos #AssessoriaDeInvestimentos #ConsultoriaDeInvestimentos #PlanejamentoFinanceiro #WealthManagement #MultiFamilyOffice #GovernancaCorporativa #Compliance #PLD #CVM #ANBIMA #MAndA #ConsolidacaoDoMercado #EstrategiaDeNegocios

  • Sul e Norte lideram expansão do mercado de assessoria no Brasil, diz ANCORD

    Nos últimos anos, o Brasil tem observado uma mudança significativa no mercado de assessoria de investimentos, com as regiões Sul e Norte liderando o crescimento. Dados recentes da ANCORD (Associação Nacional das Corretoras e Distribuidoras de Títulos e Valores Mobiliários, Câmbio e Mercadorias) apontam um aumento impressionante no número de profissionais dessas regiões entre 2020 e 2025. A região Norte, por exemplo, teve um crescimento de 156,65% no número de assessores de investimentos, enquanto o Sul experimentou um aumento de 145,17%. Esses dados são um reflexo não apenas do aumento do interesse por investimentos, mas também da crescente profissionalização e capacitação do setor em todo o território nacional. Expansão respaldada por capacitação e tecnologia A profissionalização do setor, junto com a democratização do acesso à formação, tem sido fundamental para a expansão da assessoria de investimentos no Brasil. O exame de certificação online, por exemplo, permitiu que candidatos de diferentes regiões do país ingressassem na profissão. A ANCORD tem investido continuamente em tecnologia e na modernização de processos, com programas de educação continuada oferecendo mais de 6 mil horas de conteúdo e 702 cursos voltados à formação e atualização contínua dos profissionais . Esse movimento é um reflexo de como as assessorias de investimentos estão se adaptando às necessidades locais, respeitando as particularidades de cada região. A acessibilidade à formação profissional, combinada com novas ferramentas digitais, tem permitido que os profissionais do setor se integrem ao mercado financeiro de maneira mais ampla e eficiente. O movimento rumo ao interior do país Esse crescimento nas regiões extremas do Brasil coincide com uma tendência crescente de expandir as operações de assessoria para o interior. A Veritas, por exemplo, identificou esse movimento em seu último report, que destacou o potencial de crescimento nas regiões menos tradicionais do mercado financeiro, como o Norte e o Sul. Além disso, o Sudeste, que ainda concentra a maior parte dos assessores (com 16.993 profissionais), viu um aumento de 3,25% no total de assessores em 2024, totalizando 27.515 profissionais em todo o país . O impacto para o mercado e para os investidores O crescimento do mercado de assessoria no Brasil não é apenas uma questão de quantidade de profissionais, mas também de qualidade do serviço oferecido. A expansão para o Norte e o Sul do país ajuda a trazer soluções de investimentos personalizadas, permitindo que mais investidores tenham acesso a consultoria financeira especializada. Com a maturação do mercado, a busca por capilaridade tem sido uma prioridade para as assessorias. As regiões antes menos representadas estão se tornando cada vez mais importantes para o fortalecimento do setor, com a ANCORD desempenhando um papel essencial ao proporcionar o conhecimento necessário para essa evolução. A expansão do mercado de assessoria de investimentos está alinhada com o movimento de interiorização que observamos nos últimos anos. Esse processo é impulsionado pelo aumento de acessibilidade e pela tecnologia, tornando o setor mais inclusivo e preparado para atender às novas demandas dos investidores. #AssessoriaDeInvestimentos #ConsultoriaDeInvestimentos #MercadoFinanceiro #InvestimentosBrasil #ANCORD #CapacitaçãoFinanceira #ConsultoriaFinanceira

  • Tudo que você precisa saber sobre Consultoria CVM. O que é? Como atua? Como ser credenciado?

    O cenário atual do mercado financeiro reflete uma crescente busca por profissionais altamente qualificados, e o papel do Consultor de Valores Mobiliários (CVM) tem ganhado destaque nesse contexto. Em um ambiente em que os investidores se tornam mais maduros e conscientes da importância de orientação especializada, a demanda por consultores CVM está em ascensão. Neste artigo, exploraremos o papel fundamental desse profissional, as vantagens de se tornar um consultor CVM e os requisitos para ingressar nesse cenário dinâmico e promissor, assim como a regulamentação CVM 19 que norteia essa atividade. O Que é um Consultor CVM? O Consultor de Valores Mobiliários, credenciado pela CVM, é um profissional capacitado para orientar investidores em suas escolhas no mercado financeiro. Ele atua como um guia, oferecendo aconselhamento personalizado e prático para auxiliar seus clientes a alcançar seus objetivos financeiros. Quais são as Atribuições de um Consultor CVM? O consultor CVM tem a responsabilidade de fornecer orientações, recomendações e aconselhamento individualizado a clientes interessados em realizar investimentos. Diferentemente de outros profissionais do mercado financeiro, como assessores, o consultor CVM pode recomendar diretamente, independente de plataforma e corretora, valores mobiliários e produtos de investimentos. Vantagens de Ser um Consultor CVM Ser um consultor credenciado pela CVM oferece diversas vantagens, como: Trabalho Autônomo: O consultor pode atuar de forma independente, sem vínculo com instituições financeiras. Recomendações de Produtos: Pode fazer recomendações diretas de produtos de investimentos. Atendimento Personalizado: Oferece serviços personalizados, adaptados às necessidades específicas de cada cliente. Como se Tornar um Consultor CVM? Existem duas formas de se cadastrar como consultor de valores mobiliários na CVM: Certificações: A CVM aceita certificações como CGA, CPA, CNPI, CFA, CFP, entre outras. Ter uma dessas certificações é o caminho tradicional. Notório Saber: Para aqueles sem certificações específicas, é possível comprovar sete anos de atuação na área, demonstrando conhecimento prático relacionado à consultoria de valores mobiliários. Requisitos para Constituir uma PJ de Consultores CVM: Ao buscar a autorização ou reconhecimento pela Comissão de Valores Mobiliários (CVM), a pessoa jurídica interessada em atuar como consultor de valores mobiliários deve atender a uma série de requisitos detalhados na regulamentação. Esses requisitos visam garantir a integridade, transparência e conformidade da empresa com as normativas estabelecidas. Aqui estão os principais pontos a serem considerados: Objeto Social e Registro: A PJ deve ter em seu objeto social o exercício de consultoria de valores mobiliários. Deve estar regularmente constituída e registrada no Cadastro Nacional de Pessoas Jurídicas (CNPJ). Responsabilidades Estatutárias: Atribuir a responsabilidade pela atividade de consultoria a um diretor estatutário, devidamente autorizado pela CVM. Designar a responsabilidade para implementar e garantir o cumprimento de regras, procedimentos e controles internos a um diretor estatutário. Sócios Controladores: Os sócios controladores diretos ou indiretos devem atender a requisitos específicos previstos pela regulamentação. Recursos Humanos e Computacionais: Constituir e manter recursos humanos e computacionais adequados ao porte e à área de atuação da PJ. Formulário de Aptidão: Preencher o formulário exigido pela CVM para comprovar a aptidão da PJ para o exercício da atividade. Denominação Social: É vedada a utilização de siglas, palavras ou expressões que possam induzir o investidor a erro na denominação da PJ. Documentação Contratual: As atribuições de responsabilidade devem ser detalhadamente consignadas no contrato, estatuto social ou ata de reunião do conselho de administração. Substituição de Diretores: Em caso de impedimento de qualquer diretor responsável por mais de 30 dias, é obrigatória a substituição imediata, com comunicação formal à CVM. Restrições de Atividades: O diretor responsável pela consultoria não pode desempenhar outras funções no mercado de valores mobiliários, dentro ou fora da instituição. Proteção dos Recursos Computacionais: Os recursos computacionais devem ser protegidos contra adulterações e manter registros para auditorias e inspeções. Exceções: Bancos comerciais, caixas econômicas e bancos múltiplos sem carteira de investimento estão excepcionados da necessidade de ter em seu objeto social o exercício de consultoria de valores mobiliários. Ao cumprir esses requisitos, a Pessoa Jurídica estará em conformidade com as normativas da CVM, estabelecendo uma base sólida para operar como Consultor de Valores Mobiliários. Regulamentação CVM 19 A atividade do consultor CVM é regulamentada pela Instrução CVM 19. Essa normativa estabelece as regras e diretrizes para o exercício da consultoria de valores mobiliários. Entre os pontos principais, a regulamentação: Inclui orientação sobre classes de ativos, valores mobiliários específicos, prestadores de serviços no mercado e outros aspectos relacionados. Estabelece que a atividade de consultoria é exclusiva de consultores autorizados pela CVM no Brasil e no exterior. Estabelece regras para consultores, como verificação da adequação, cadastro de investidores e prevenção à lavagem de dinheiro. Demonstra os requisitos para consultores pessoa natural, que incluem graduação, certificação, reputação ilibada e ausência de impedimentos legais. Regras de conduta para consultores abrangem boa fé, transparência, lealdade e cumprimento fiel do contrato. Destaca a obrigação de detalhar remuneração, conflitos de interesse e informações ao cliente. Exige independência na prestação de serviços, atualização e disponibilização de documentação de suporte. Determina transferência de benefícios ao cliente, informações sobre riscos e comunicação à CVM sobre violações legais. Reforça responsabilidade na orientação a clientes e na divulgação de relações comerciais estabelecidas. Permite a cobrança de taxa de performance exclusivamente de investidores profissionais, conforme regulamentação específica. A regulamentação CVM 19 visa assegurar a integridade do mercado e a proteção dos investidores, promovendo práticas éticas e transparentes na consultoria de valores mobiliários. Conclusão O caminho para se tornar um consultor CVM pode ser desafiador, mas as recompensas são significativas. A oportunidade de atuar de forma independente, oferecer orientação personalizada, atender o cliente em diversas áreas e opções, explorar mais uma linha de receita, fazem dessa escolha uma decisão estratégica valiosa. Se você está considerando seguir esse caminho ou estruturar uma PJ de consultores CVM, prepare-se para uma jornada de aprendizado constante e crescimento profissional. O mercado financeiro espera por profissionais capacitados e comprometidos, prontos para guiar investidores em suas jornadas financeiras. #cvm #cvm178 #cvm179 #consultordeinvestimentos #consultor #ci #xp #btg #safra #consultoriadeinvestimentos #consultoriadevaloresmobiliarios #consultoriacvm #consultorcvm #consultor #investimentos #investidor #feefixo #transparência ⁠⁠

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