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  • O que levar em conta ao estruturar um Programa de Partnership?

    O modelo de Partnership  é uma estratégia empresarial que visa, primordialmente, promover a retenção de talentos  e fomentar o desenvolvimento profissional  dentro de uma Sociedade. Através dessa estrutura meritocrática , os sócios são incentivados a participar ativamente do crescimento da organização, adquirindo e aumentando seu equity ao longo do tempo e fomentando um ambiente onde seu esforço e contribuição são devidamente reconhecidos. Além de impulsionar o desenvolvimento profissional, o modelo de Partnership funciona como um mecanismo de proteção  para a empresa, garantindo o alinhamento dos interesses dos sócios com os objetivos organizacionais. A partir de tudo isso, é fundamental considerar os seguintes elementos ao implementar um programa de Partnership: 1. Plano de Carreira Quando uma empresa possui um Plano de Carreira bem definido, ele orienta a estruturação do Partnership, considerando o escalonamento de funções e definindo critérios claros para a elegibilidade , proporcionando aos colaboradores uma visão clara de seu percurso profissional. 2. Política de Partnership Trata-se de um documento que descreve as regras, métricas e critérios para a participação e progressão dos sócios no programa . É recomendável que seja um documento avulso, pois isso confere maior flexibilidade para alterações e atualizações, o que é mais difícil de realizar no Acordo de Sócios . A política estabelece os indicadores-chave de desempenho (KPIs) e a periodicidade das avaliações , adaptando-se às diversas fases de maturação da empresa e incorporando métricas objetivas e subjetivas: Métricas Objetivas : referem-se a análises quantitativas que medem o desenvolvimento de um sócio no programa e podem incluir critérios como a obtenção de uma nota mínima de NPS (Net Promoter Score), percentuais específicos ou um número definido de vendas , por exemplo. Todos esses elementos são quantificáveis e, por isso, considerados objetivos, levando em conta as particularidades de cada empresa. Métricas Subjetivas : aqui, a empresa realiza uma avaliação do perfil do colaborador para verificar o alinhamento cultural  com a organização. Mesmo que um profissional atinja os critérios objetivos, a falta de sinergia cultural pode impedir o acesso ao Partnership. As métricas subjetivas podem ser avaliadas por questionários internos, avaliações 360º ou por um comitê designado , por exemplo. 3. Plano de Stock Options As Stock Options representam contratos de opção de compra  que concedem a sócios, empregados ou investidores a oportunidade de adquirir equity na empresa de forma vantajosa, especialmente quando a organização possui capital aberto, sendo uma ferramenta fundamental no processo do Partnership. Dentro desse contexto, duas cláusulas merecem destaque: o Cliff e o Vesting. Cliff : é uma cláusula que estabelece um período  em que o beneficiário de Stock Options deve aguardar para exercer suas opções de compra de ações . Essa fase serve para avaliar a entrada do novo sócio, diminuindo riscos para a empresa e garantindo que o colaborador permaneça antes de adquirir participação societária, protegendo assim os interesses dos demais sócios. Vesting : a cláusula de vesting estabelece as condições  que o beneficiário de Stock Options deve cumprir para adquirir o direito de exercer suas opções de compra de ações. Esse processo gradual de aquisição é condicionado ao cumprimento de metas pré-estabelecidas , incluindo critérios como o tempo de serviço e o alcance de objetivos específicos. Conclusão Em resumo, a implementação de um modelo de Partnership eficaz exige a consideração cuidadosa de diversos elementos, incluindo uma Política de Partnership  bem estruturada e um Plano de Stock Options . A Veritas possui a expertise necessária para auxiliar sua empresa na criação de um programa de Partnership que incorpore todos esses aspectos essenciais, promovendo o alinhamento entre os interesses dos sócios e os objetivos organizacionais. Para entender como podemos ajudar sua organização a desenvolver e implementar essa estratégia, agende uma reunião ou entre em contato com um de nossos especialistas. #partnership #vesting #cliff #stockoptions #planodecarreira #planodestockoptions #políticadepartnership #nps #kpis #métricas #societário #sociedade #empresas #empreendedorismo #culturaorganizacional #compliance #compliancesocietário #sócio

  • Qual a importância do valuation na estruturação de um Partnership?

    O modelo de Partnership  tem se consolidado como uma estratégia eficaz para incentivar o crescimento de empresas, ao alinhar os interesses dos colaboradores com os objetivos da organização. Utilizado por empresas como Goldman Sachs e McKinsey & Company , o modelo ganhou força no Brasil através de líderes no mercado como Ambev, XP Investimentos e BTG Pactual, promovendo uma cultura de co-responsabilidade e engajamento . O Partnership é um modelo de negócios que oferece a oportunidade de crescimento contínuo dentro da empresa, permitindo que tanto colaboradores quanto sócios conquistem ou ampliem sua participação societária (equity)  à medida que contribuem para o sucesso coletivo. Com uma estrutura baseada na meritocracia, o programa recompensa o desempenho e o comprometimento , permitindo que colaboradores ascendam à posição de sócios e que sócios atuais adquiram uma participação maior na empresa, consolidando seu papel estratégico no quadro societário e fortalecendo o alinhamento de interesses com os objetivos de longo prazo da organização. Enquanto o modelo de Partnership se concentra na retenção de talentos  e no sucesso coletivo da organização, o valuation  tem o papel de atribuir valor à empresa , podendo ser definido tanto de forma interna quanto externa . O valuation interno , por exemplo, é frequentemente utilizado em transações entre sócios, como na compra ou venda de quotas , e é fundamental que esse valor esteja claramente estipulado nos acordos societários para evitar potenciais litígios; por outro lado, o valuation externo  se refere ao valor da empresa no mercado, sendo frequentemente aplicado em processos de fusões e aquisições (M&A), onde é utilizado para atrair investidores  e destacar os diferenciais competitivos da organização. Mas como o valuation influencia no Partnership? O valuation e o Partnership estão interligados, pois o valuation fornece uma base para determinar o valor das quotas  oferecidas aos sócios do programa. Assim, ele permite que a Sociedade compreenda qual será o investimento feito  no sócio participante, alinhando os prêmios de Partnership às métricas de desempenho. Além disso, o valuation oferece aos participantes do Partnership uma visão clara sobre o retorno potencial em valorização , evidenciando o compromisso da empresa em investir em seu desenvolvimento. Conclusão A Veritas entende a complexidade de implementar um programa de Partnership do zero e a importância de um valuation bem estruturado para assegurar a sustentabilidade do seu negócio e a satisfação dos sócios. Com nossa expertise, oferecemos soluções personalizadas para a sua empresa, desde a definição das métricas mais adequadas para o valuation , interno ou externo, até a estruturação de um programa de Partnership  que alinhe os interesses de todos os envolvidos. Marque uma reunião ou fale com um especialista para conhecer a fundo nosso ecossistema de soluções. #valuation #value #valuecreation #partnership  #acordodesocios #lockup #socios #societario #sociedade #lucros #empresas #empreendedorismo #valuationinterno #valuationexterno #mercado #compliance #compliancesocietario #equity #negocios

  • Partnership para assessorias de investimentos: como implementar?

    Com uma nova divisa para os assessores de investimentos, a entrada em vigor da resolução 178 da CVM, um modelo já conhecido por alguns escritórios, pode agora ser ainda mais utilizado e otimizado pelas empresas de assessoria de investimentos: o partnership . Na tradução para o português “parceria”, mas o que é partnership ? Partnership é um modelo de gestão empresarial baseado em métricas e objetivos que possibilita que os sócios aumentem sua participação na empresa, com objetivo de estimular que o sócio adquira participação societária de acordo com o mérito e contribuição para a empresa. Esse modelo é considerado uma das alternativas dentro de um plano de carreira das empresas, em especial os escritórios de investimentos. Nesse modelo, o escritório dispõe de diversos recursos para tornar sua empresa competitiva, e o partnership nesse sentido possui diversos benefícios como: Estimula que o assessor se torne mais dinâmico e adequado às necessidades do escritório e seus clientes; Aumenta o grau de retorno dos sócios para a sociedade, em troca de um crescimento na carreira; Cria uma cultura de planejamento estratégico de crescimento do escritório, pois é nele que o modelo de partnership se baseará; Torna a empresa mais transparente com relação ao desempenho dos sócios e mais justa quanto ao seu equity. Como uma das primeiras etapas, os programas de partnership estruturam um grupo responsável por delimitar as métricas, prioridades e objetivos que os sócios e colaboradores se submetem, que se chama Comitê de Partnership . Mas como o programa de partnership funciona? O que a CVM 178 pode trazer de novidade nesse sentido? Com a CVM 178 colocando à disposição dos escritórios novos modos de contratação de AI’s, CLT, sócio ou prestador de serviços, o Programa de Partnership pode assumir o papel de protagonismo dentro da cultura empresarial, usando, cada um ao seu modo, na estruturação do seu plano de carreira. Geralmente, o modelo de ingresso dos colaboradores na sociedade se dá com a aquisição de 0,01% das quotas da empresa. Na prática, essas quotas vão aumentando à medida que o assessor vai alcançando as métricas e objetivos necessários. Lembrando que essas métricas e objetivos devem ser juridicamente pré-estabelecidas de forma transparente e clara quanto ao que se procura atingir. Para isso, o Programa de Partnership deve ser adotado como uma de suas políticas e alinhado com a performance da empresa, afinal esse modelo está atrelado ao escritório e não ao sócio individualmente. Você sabe quais as principais métricas utilizadas no Partnership ? Veja alguns exemplos: ROA - Retorno sobre ativos - lucro operacional pelo ativo total; Captação Líquida; Ativação de Contas; NPS - Net Promoter Score; Nesse sentido, as métricas e objetivos do programa de Partnership não configuram como subordinação, e protege a empresa em casos de reconhecimento de vínculo de emprego, prevenindo passivos trabalhistas. O Judiciário costuma a reconhecer de forma geral, que o programa é apenas um modelo de controle de organização empresarial e não uma previsão de controle de horas, com punições e multas, características do modelo de contratação CLT que tem subordinação. Leia mais sobre os modos de contratação da CVM 178 aqui: Ao começar um Programa de Partnership no seu escritório você deve ter bastante atenção quanto aos seguintes pontos: O escritório deve mapear internamente suas áreas e setores, para que o Partnership seja destinado para toda a Sociedade; Acompanhar o sócio que entrou na sociedade quanto ao que ele efetivamente trás de retorno para a empresa e se está alinhado com os valores do escritório. Possuir definições precisas com relação ao avanço do AI na sociedade; a ideia é possibilitar a identificação de um “mau” sócio e possibilitar sua diluição sem comprometer a sociedade. Está interessado em iniciar com o programa de Partnership no seu escritório? Clique aqui para falar conosco pelo Whatsapp, temos um programa completo para implementar o partnership de forma eficiente no seu escritório: Ou então, agende uma reunião conosco para fazermos uma call e iniciarmos um parceria. #assessordeinvestimentos #cvm178 #ai #cvm179 #agenteautonomodeinvestimentos #ancord #diretorresponsavel #aai #assessor #resolucao #cvm #assessoriadeinvestimentos #ancord #ancordai #ai #xpinvestimentos #xp #comissaodevaloresmobiliarios #ebookcvm #cvm45 #multas #riscos #btg #safra #investimentos #compliance #partnership #roa #nps #programadepartnership #socio #sociedade

  • Assessor de Investimentos: saiba a diferença de um sócio capitalista para um sócio-investidor

    Investidores e sócios-capitalistas representam dois perfis distintos no mundo dos negócios, cada um com suas características e objetivos específicos. Os sócios-capitalistas, uma figura tradicional e bem estabelecida no contexto empresarial, injetam capital em empresas de diferentes segmentos, desde pequenos escritórios de investimentos até grandes assessorias. Sua abordagem é mais conservadora, visando retornos a longo prazo. Geralmente, eles acompanham de perto a gestão da empresa e esperam dividir os lucros ao longo do tempo, à medida que o empreendimento se desenvolve. Por outro lado, os investidores de risco, também conhecidos simplesmente como "investidores", adotam uma postura mais arrojada. Eles estão menos preocupados com o montante investido e mais focados no potencial de retorno, buscando ganhos expressivos em um curto período. Diferentemente dos sócios-capitalistas, os investidores de risco não costumam se envolver diretamente na gestão diária da empresa. Seu objetivo principal é valorizar o negócio o máximo possível para, então, vender sua participação a um preço elevado. Ao buscar investimento para uma empresa, é essencial compreender essas distinções e oferecer um modelo de negócio atrativo para o tipo de investidor adequado. A escolha entre sócio-capitalista e investidor de risco deve considerar não apenas as necessidades financeiras da empresa, mas também sua estratégia de crescimento e o perfil do investidor ideal para alcançar esses objetivos. #investimentos #sociocapitalista #socioinvestidor #socio #societario #sociedade #investidor #capital

  • Contrato Social: o que é, quais cuidados preciso ter ao estruturar?

    O Contrato Social constitui a base jurídica de qualquer empresa , formalizando sua existência e definindo suas atribuições, estrutura e relações internas. Nele, são estabelecidas regras fundamentais, como a composição do capital social, a identificação dos sócios e a definição de seus respectivos direitos e deveres. Antes de entender as informações contidas no Contrato Social, é importante não confundi-lo com o Acordo de Sócios . Enquanto o Acordo de Sócios define as regras do jogo  que fomentam as relações entre os sócios (sendo um documento indispensável para programas de Partnership ), o Contrato Social tem como função formalizar a existência da empresa perante o mercado e o Estado, estabelecendo sua estrutura jurídica . Quais são as principais informações existentes num Contrato Social? Informações sobre os sócios : isso inclui CPF, nome completo, nacionalidade, estado civil, endereços, etc., assim como seu percentual de participação na Sociedade. Informações sobre a empresa : nome fantasia, natureza jurídica (como LTDA, SA, etc.), além da localização, incluindo CEP e cidade. Objeto Social e Capital Social : descrição das atividades que a empresa irá desempenhar, assim como o valor total do capital social e como se dá sua divisão em quotas ou ações. Informações sobre a gestão : quem são os administradores, gerentes e diretores, seus poderes e atribuições, quais serão os pró-labores, além dos critérios estabelecidos para a distribuição de lucros. Disposições finais e regras adicionais : aqui incluem-se situações específicas, como o que deve ser feito no caso de falecimento de um dos sócios ou se a empresa decretar falência. Quais cuidados devo ter com o Contrato Social? Estabelecer uma metodologia de Due Diligence de Sócios : trata-se de um passo importante para garantir que as entradas na Sociedade sejam feitas de forma transparente. O Due Diligence abrange a verificação de documentos legais, passivos judiciais e obrigações trabalhistas, além de analisar a relação do novo sócio com outras empresas e parceiros. Atualização do Contrato Social : deve ser realizada sempre que houver a entrada ou saída de um sócio, bem como em casos de mudanças substanciais na empresa e no seu funcionamento. Isso inclui alterações na estrutura jurídica, no capital social, nome fantasia, etc. Enviar o DBE à Receita Federal : o Documento Básico de Entrada – DBE é utilizado para a prática de qualquer ato perante o CNPJ e sua formalização junto à Receita Federal. Conclusão Estruturar um Contrato Social sem conhecimento jurídico e societário pode ser um caminho desafiador, resultando em consequências negativas, como a inadequação legal e a possibilidade de conflitos futuros entre os sócios. Na Veritas, contamos com uma equipe jurídica especializada na estruturação do Contrato Social, garantindo sua adequação às necessidades da sua empresa e proporcionando previsibilidade e segurança em todo o processo, desde o onboarding do sócio até sua integralização. Acesse os links abaixo para agendar uma call conosco ou falar diretamente com um especialista e descubra como a Veritas pode ser seu parceiro estratégico na criação do Contrato Social. #contratosocial #duediligence #acordodesocios #juridico #consultoriajuridica #receitafederal #cnpj #pj #dbe #societario #socios #sociedade #empresas #documentobasicodeentrada #ltda #objetosocial #capitalsocial #prolabore

  • Como o Non-Solicit pode proteger sua carteira de clientes?

    A cláusula de Non-Solicit , frequentemente presente em Acordos de Sócios  juntamente com o Non-Compete , constitui um importante instrumento legal utilizado pelas empresas para prevenir riscos de concorrência desleal . Essas disposições são essenciais em situações em que um sócio deixa a organização e, ao levar consigo parte de sua carteira de clientes, pode impactar negativamente tanto a receita quanto o valuation  da empresa. A cláusula de Non-Solicit impede que ex-sócios contatem os clientes aos quais teve acesso enquanto fazia parte da empresa , especialmente aqueles obtidos por meio de recursos da organização, como leads gerados por estratégias e investimentos internos. No entanto, a aplicação do Non-Solicit à carteira de clientes também dependerá de outras disposições estabelecidas no Acordo de Sócios. Para entender melhor os benefícios desse documento, confira a matéria abaixo: Qual a importância do Non-Solicit? A carteira de clientes representa um ativo de grande valor para qualquer empresa, e sua perda, principalmente em decorrência da saída de um sócio, pode afetar significativamente seu faturamento. A cláusula de Non-Solicit visa precisamente evitar que um ex-sócio, munido de informações privilegiadas sobre os clientes, utilize esse conhecimento de forma a prejudicar o valor da empresa . Nesse contexto, é fundamental que o Acordo de Sócios estipule que, caso haja algum equity a ser indenizado, o montante referente à carteira de clientes que não se enquadrem na cláusula de Non-Solicit e que sejam transferidos deve ser descontado do valor total  a ser pago ao ex-sócio. Em outras palavras, o valor da carteira de clientes que o sócio está levando deve ser deduzido do montante final a ser indenizado. Assim, na ausência do Non-Solicit no Acordo de Sócios, o ex-sócio teria liberdade para contatar os clientes  adquiridos por meio dos recursos da empresa e, além disso, levar consigo  esses clientes. Dessa forma, ao sair da Sociedade, ele receberia um valor que não leva em conta o impacto da transferência sobre o valuation da empresa, desconsiderando a perda desses ativos estratégicos . Desafios da Cláusula de Non-Solicit Um dos principais desafios da cláusula de Non-Solicit está não apenas em sua aplicação, mas também na identificação de seus limites . Na prática, é difícil provar que um ex-sócio, ao contatar um cliente da empresa, teve acesso a esse cliente em virtude de sua experiência anterior na organização, e não por meio de uma nova prospecção que, por acaso, resultou em contato com esse cliente. Portanto, a precisão nos termos do Acordo de Sócios é fundamental para prevenir disputas futuras. Conclusão A Veritas possui a expertise jurídica necessária para estruturar Acordos de Sócios, levando em conta todas as especificidades da cláusula de Non-Solicit. Nossa equipe especializada se dedica a identificar potenciais desafios e a desenvolver estratégias eficazes para minimizar os riscos associados à concorrência desleal. Clique abaixo para conversar com um especialista ou agendar uma reunião e descubra mais sobre nossas soluções. #nonsolicit #nonsolicitation #naosolicitacao #acordodesocios #sociedade #socio #compliance #compliancesocietario #societario #valuation #valuationinterno #etica #governançacorporativa #governança #concorrencia #noncompete

  • O que é e qual é o papel da Política de Distribuição de Lucros?

    Para sócios e investidores, o principal objetivo ao abrir ou investir em uma Sociedade é gerar retorno sobre o capital aplicado. Nesse contexto, a distribuição de lucros é o processo pelo qual o rendimento obtido por uma empresa em um determinado período é repartido entre sócios, investidores e acionistas , conforme a participação de cada um no capital social. Para assegurar que essa divisão seja feita de forma estratégica, é fundamental estabelecer uma Política de Distribuição de Lucros,  que define as diretrizes para a alocação dos ganhos e pode determinar se ela será feita mensalmente, trimestralmente, semestralmente ou anualmente. A política pode estar incorporada no Acordo de Sócios  ou ser um documento separado, com a concordância dos participantes sendo formalizada através da assinatura de um termo de adesão às regras estabelecidas. Quais os benefícios de estabelecer uma Política de Distribuição de Lucros? Previsibilidade : define detalhadamente as regras do jogo , abrangendo todos os possíveis cenários. Transparência : torna as regras conhecidas por todos, alinhando expectativas  e reforçando a confiança entre os sócios. Segurança : inclui medidas para enfrentar crises , como a retenção de lucros para fortalecer o caixa. Controle : evita decisões impulsivas e arbitrárias , operando dentro dos parâmetros contratuais e em prol dos interesses da empresa. Redução de riscos : minimiza litígios e conflitos societários  ao estabelecer regras claras e previamente acordadas. Quais os principais itens de uma Política de Distribuição de Lucros? Cálculo da Distribuição de Lucros:  definição de como os lucros serão calculados com base no faturamento da empresa. Modelo de Distribuição:  estabelecimento das regras para a divisão dos lucros entre os sócios, seja proporcional ou desproporcional ao equity de cada um. Frequência de Distribuição:  determinação da periodicidade da distribuição dos lucros, que pode ser mensal, bimestral, trimestral, semestral ou anual. Conclusão Implementar uma política de distribuição de lucros eficaz exige conhecimento jurídico especializado. A Veritas, com sua experiência em compliance societário, oferece soluções personalizadas para sua empresa, auxiliando em todas as etapas da elaboração da política e do Acordo de Sócios. Conte conosco para desenvolver um documento adaptado às suas necessidades, assegurando segurança jurídica e eficiência tributária. #distribuiçãodelucros #lucros #acordodesócios #societário #sociedade #empresa #politicadedistribuiçãodelucros #sócios #investidores #sociocapitalista #impostos #equity #prolabore #politicadelucros #gestãodelucros #compliancesocietário #benefíciosdelucros #transparênciafinanceira #segurançajurídica #eficiênciatributária #reduçãoconflitos #compliance #governança #acionistas

  • Você sabe o que é e como implementar um Compliance Societário na sua empresa?

    Manter uma imagem de transparência e responsabilidade  é fundamental não apenas para reforçar a confiança dos colaboradores, mas também para fortalecer a reputação da empresa no mercado e, acima de tudo, para conquistar e manter a confiança dos clientes. Nesse contexto, o Compliance Societário  se destaca como um diferencial competitivo, demonstrando que a empresa não apenas cultiva uma cultura organizacional consistente, mas também representa uma opção atrativa para investidores e parcerias estratégicas. Então, o que é Compliance Societário? Compliance Societário  nada mais é que um conjunto de práticas e mecanismos que garantem a conformidade das relações societárias com a legislação e os princípios de governança corporativa. Seu objetivo é prevenir conflitos de interesse e   passivos trabalhistas , além de promover a transparência nas relações entre os sócios, colaboradores e clientes. Qual é a importância do Compliance Societário? Um Compliance Societário construído de acordo com as particularidades de cada organização fortalece os valores da sua empresa  e promove vínculos duradouros entre os sócios, garantindo um ambiente de trabalho coeso e alinhado com os princípios éticos e legais. Quais são os benefícios de implementar um Compliance Societário na minha empresa? Controle de riscos : toda operação envolve riscos e desafios específicos, e o Compliance Societário surge como a principal estratégia para enfrentá-los, tanto em nível micro quanto macro. Com os controles internos implementados, as organizações conseguem proteger seus ativos contra possíveis problemas legais , principalmente quando se trata da entrada e saída de sócios. Transparência : o Compliance Societário promove ambientes organizacionais mais transparentes e assegura a acessibilidade das informações dentro da Sociedade . Ao criar uma estrutura clara e organizada para a gestão e a comunicação interna, o Compliance Societário contribui para uma operação mais eficiente e bem-informada . Essa abordagem é essencial para identificar e resolver problemas de forma proativa, o que assegura a sustentabilidade da operação  a longo prazo. Prevenção de conflitos:  o Compliance Societário também diminui litígios entre sócios, pois estabelece regras claras e procedimentos padronizados. Uma vez que os papéis e responsabilidades estão bem definidos, o risco de reconhecimento indevido de vínculo empregatício é reduzido , assim como os passivos trabalhistas . Esse alinhamento assegura a responsabilização adequada de cada sócio, fortalecendo a proteção da empresa contra possíveis disputas legais. Como implementar um sistema eficaz de Compliance Societário? Adotar um Acordo de Sócios : um Acordo de Sócios é um contrato que estabelece as regras fundamentais para a gestão e funcionamento de uma Sociedade, servindo como uma base para prevenir conflitos. Muitas empresas pulam essa etapa, o que pode gerar riscos futuros  com a entrada e saída de sócios. Para elaborar um Acordo de Sócios, é importante contar com o suporte jurídico especializado , que ajudará a identificar e abordar as principais preocupações da Sociedade existente ou a ser formada. Alinhar expectativas desde o início facilita a operação e a estabilidade  de toda empresa, e faz parte de um sistema de Compliance Societário eficaz. Possuir uma Governança Corporativa sólida : a governança corporativa é um sistema que busca equilibrar os interesses de todos os envolvidos na empresa, desde os sócios até os colaboradores. Ao promover a transparência, a equidade e a responsabilidade, a governança contribui para a criação de um ambiente corporativo mais justo e sustentável . Conclusão A implementação de um programa de Compliance Societário eficaz requer não apenas ferramentas como Acordos de Sócios e estruturas de governança, mas também uma equipe preparada e especializada. A Veritas oferece o conhecimento e a experiência necessários para construir um programa de Compliance Societário sob medida  para sua empresa. Nossa equipe multidisciplinar irá auxiliar na identificação dos principais riscos e no desenvolvimento de políticas e procedimentos claros , contribuindo para a prevenção de problemas legais e multas. #compliance #compliancesocietario #governança #governançacorporativa #compliancecorporativo #codigodeetica #transparencia #etica #acordodesocios #gestaoderiscos #programadecompliance #politicasinternas #gestao #empresas #mercado #segurança #accountability #prestacaodecontas #lgpd #anpd #litigios #multas

  • Não Concorrência/Non Compete: qual o seu papel no Acordo de Sócios?

    O Acordo de Sócios  é um documento fundamental para garantir a previsibilidade e o bom funcionamento de uma sociedade. Ao estabelecer as " regras do jogo " entre os sócios, ele assegura transparência, segurança e controle, além de mitigar riscos ao alinhar expectativas e definir obrigações claras. Esse contrato não apenas define as bases para uma gestão eficaz, mas também assegura a continuidade e boa administração da Sociedade, prevendo até mesmo cenários de sucessão. Nesse contexto, uma cláusula de extrema importância é a de "Non Compete" (ou não concorrência). Mas o que é Non Compete? A cláusula de "Non Compete" visa impedir que sócios ou diretores concorram diretamente com a empresa após sua saída. Essa disposição é de grande relevância no Acordo de Sócios, pois os sócios geralmente têm acesso a informações estratégicas e a ativos valiosos, como segredos comerciais e bases de clientes, que são essenciais para a competividade. Assim, essa cláusula atua como uma salvaguarda, protegendo a empresa contra o uso indevido  dessas informações por ex-sócios ou diretores. Qual a importância do Non Compete? O Non Compete protege a empresa de possíveis prejuízos causados pela concorrência desleal de ex-sócios . Isso se manifesta quando esses indivíduos utilizam informações estratégicas para replicar o modelo de negócios e acessar a rede de contatos da empresa. Além de oferecer proteção, a cláusula também fortalece o alinhamento entre os sócios, promovendo cooperação mútua e garantindo que todos estejam comprometidos com o sucesso contínuo da Sociedade. Quando vale a pena implementar um Non Compete? A inclusão dessa cláusula no Acordo de Sócios é particularmente recomendada quando um sócio desempenha um papel estratégico e possui acesso a informações sensíveis que impactam a competitividade da empresa. Nesses casos, a cláusula se torna uma medida fundamental de proteção institucional . Conclusão A compreensão e a implementação de uma cláusula de "Non Compete" no Acordo de Sócios é fundamental para proteger a competitividade e a integridade da sua empresa. Ao garantir que informações estratégicas não sejam utilizadas contra o negócio após a saída de sócios ou diretores, você fortalece a aliança entre os sócios e promove um ambiente de confiança e colaboração. Com a expertise da Veritas em consultoria estratégica , oferecemos suporte completo na estruturação e implementação de práticas que asseguram a longevidade e o sucesso da sua Sociedade. Acesse os links abaixo para agendar uma reunião conosco ou falar com um especialista. #acordodesócios #noncompete #transparência #sucessão #sociedade #gestãoeficaz #aliançaestratégica #consultoriaestratégica #mercadofinanceiro #compliance #proteçãoempresarial #segurançajurídica #sucessoempresarial #lucros #empresa #valuation #negocios

  • Saiba quais obrigações você possui ao exercer atividades complementares de acordo com a CVM 178

    As Resoluções CVM 178 e 179 marcaram uma nova era para os assessores de investimentos, estabelecendo diretrizes claras e específicas para a atuação no mercado. Recentemente, a BSM Supervisão de Mercados emitiu uma norma de supervisão, esclarecendo as principais dúvidas dos agentes de mercado sobre essas resoluções. Um dos pontos mais importantes abordados é o exercício de atividades complementares pelos assessores de investimento. A RCVM 178 estabelece normas para os assessores de investimento, tanto pessoas físicas quanto jurídicas, permitindo-lhes exercer atividades complementares nos mercados financeiro, de capitais, securitário e de previdência e capitalização, desde que essas atividades estejam em conformidade com a legislação e regulamentação aplicáveis e não conflitem com suas funções principais. Principais Pontos: 1. Atividades Complementares Permitidas : Assessores de Investimento podem realizar atividades adicionais relacionadas aos mercados financeiro e de capitais, desde que não conflitem com suas atividades principais. Isso significa que, embora possam expandir seus serviços, devem sempre assegurar que não há sobreposição que possa gerar conflitos de interesse. 2. Comunicação e Transparência : Para mitigar riscos e proteger os investidores, os assessores de investimento devem informar ao intermediário sobre o desempenho de atividades complementares. Essa comunicação é crucial para garantir que todas as partes estejam cientes das atividades exercidas e possam avaliar possíveis impactos. 3. Governança e Controle : Tanto o Assessor de Investimento quanto o intermediário devem manter uma governança e controles adequados para gerenciar potenciais conflitos de interesse. A transparência é essencial, assegurando que os clientes compreendam que as atividades complementares são regidas por normas distintas e não se confundem com as atividades de Assessor de Investimento delineadas na RCVM 178. Na Veritas, possuímos a expertise necessária para proteger seu escritório e garantir a conformidade com as regras da CVM 178. Nosso compromisso é apoiar assessores de investimento, assegurando que todas as atividades estejam em plena conformidade com a legislação e regulação vigente. Conte conosco para manter seu negócio seguro e em conformidade com as melhores práticas do mercado. #assessordeinvestimentos #cvm178 #ai #cvm179 #agenteautonomodeinvestimentos #ancord #diretorresponsavel #aai #assessor #resolucao #cvm #assessoriadeinvestimentos #ancord #ancordai #ai #xpinvestimentos #xp #comissaodevaloresmobiliarios #ebookcvm #cvm45 #multas #riscos #btg #safra #investimentos

  • CVM 178: Você sabe as regras que a corretora segue para implementar o Termo de Ciência?

    A CVM 178 trouxe maior ênfase na transparência em relação ao investidor final e a abertura para novas possibilidades societárias. E a assinatura do Termo de Ciência é fundamental para a atuação da assessoria de investimentos conforme a legislação, estabelecendo um compromisso claro entre a corretora, os escritórios de assessoria e os clientes. Ao assinar, o cliente reconhece que o assessor pode estar vinculado a múltiplos intermediários e que todas as decisões finais de investimento são de sua responsabilidade, levando em conta possíveis conflitos de interesse e a forma de remuneração dos assessores. A corretora assume a coleta, redação do conteúdo, garantia da assinatura e manutenção dos documentos do Termo de Ciência, garantindo transparência com os clientes e os escritórios de AI, em conformidade com a CVM 178. Mas como isso funciona na prática para as corretoras? Quais regras devem ser seguidas na construção deste documento? Conteúdo De acordo com a CVM 178, o termo deve ser redigido em linguagem clara e acessível, permitindo sua adaptação para seguir o modelo de atuação da corretora, desde que isso não comprometa seu conteúdo mínimo conforme previsto no Anexo A da Resolução. Assinatura do termo de ciência A execução de solicitações de clientes pelo assessor de investimentos sem a assinatura prévia do termo de ciência é vedada , exceto em casos de encerramento de posições ou cumprimento de ordens judiciais. Execução de ordens em nome do cliente Para assegurar o cumprimento da regra anterior, é fundamental que a corretora estabeleça procedimentos internos para bloquear a execução de ordens em nome de clientes que ainda não assinaram o termo de ciência. Manutenção de documentos Por fim, as corretoras devem manter o termo de ciência assinado pelo cliente armazenado por um período mínimo de 5 (cinco) anos , podendo ser por prazo superior conforme determinação expressa da CVM. Conclusão É de grande importância que os escritórios de assessoria estejam plenamente cientes das exigências da CVM 178 para manter conformidade com a Regulação em suas relações com as corretoras. Isso implica a implementação de políticas de controle interno e governança que garantam transparência nos serviços oferecidos aos clientes investidores. A Veritas oferece soluções personalizadas para garantir que a atuação da sua PJ de investimentos esteja alinhada com a CVM 178. Visite nossa página de soluções para descobrir mais sobre nosso ecossistema. #cvm #resoluçãocvm178 #cvm178 #ci #xp #btg #safra #investimentos #investidor #assessoriadeinvestimentos #assessor #assessordeinvestimentos #valoresmobiliários #consultorcvm #consultoriacvm #transparência #assessoria #mercadofinanceiro #regulação #investimentosemvaloresmobiliários

  • AI: seu escritório sabe quais são regras de armazenamento de ordens?

    A Resolução CVM 178  trouxe mudanças significativas para o mercado financeiro, com novas diretrizes regulatórias que introduzem uma série de regras que  destacam a importância da transparência e integridade na execução e registro das ordens dos clientes. Sabendo que a responsabilidade do registro e armazenamento de ordens fica a cargo da corretora, você sabe quais são as regras aplicáveis?  Registros : Para evitar possíveis multas e transtornos, é importante entender que a CVM exige a implementação de um sistema de gravação de voz, mensagens e e-mails para registrar as ordens recebidas dos clientes atendidos pelo seu escritório. Registro via push: A corretora é responsável pelo registro da origem dessas ordens e o rastreamento do emissor , mantendo esses registros ativos pelo período de cinco anos ou outro prazo definido pela  CVM. Controle : A corretora deve realizar backup para a recuperação de dados, que serão avaliados pela BSM durante o processo de supervisão. Em qual cenário a assessoria de investimentos pode ser responsabilizada? A RCVM 35 estipula que é responsabilidade da  corretora manter um sistema de gravação de ordens. Nessa lógica, o assessor  deve garantir que o registro de ordens estejam corretos, pois na ausência de registro de uma ordem, as sanções não caem apenas sobre a corretora, mas também sobre a assessoria de investimentos e seu diretor responsável.  Nesse sentido, a assessoria deve garantir que o registro de ordens esteja em pleno funcionamento e em parceria com a corretora, para evitar possíveis sanções.   Conclusão  As regras trazidas acima enfatizam a importância de um parceiro especializado para minimizar surpresas decorrentes de mudanças regulatórias. Com a Veritas  ao seu lado, seu escritório estará não apenas protegido, mas também estrategicamente preparado para um futuro sustentável no mercado financeiro. Clique no botão abaixo e saiba mais sobre nosso projeto de adequação. #cvm #cvm178 #cvm179 #consultordeinvestimentos #consultor #ci #xp #btg #safra #consultoriadeinvestimentos #consultoriadevaloresmobiliarios #consultoriacvm #consultorcvm #consultor #investimentos #investidor ⁠#assessoriadeinvestimentos #assessor #feefixo #transparência #mercadofinanceiro #investimentos #assessoriafinanceira #gestãodepatrimônio #mercadodecapitais #finançaspessoais #educaçãofinanceira #transparêncianosinvestimentos #compliancefinanceiro#bsm #registrodeordem #cvm35

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